“FOI UMA CRUELDADE O QUE FIZERAM COM A MINHA FILHA!” O Brasil está em choque com as revelações assustadoras do Caso Vitória que a imprensa tentou esconder de você, mostrando que o crime foi muito mais macabro do que todos imaginavam, envolvendo segredos perturbadores, contradições da polícia e a participação de mais pessoas que continuam soltas impunemente, deixando a família totalmente devastada enquanto a verdade sobre o que realmente aconteceu naquela noite começa a vir à tona.
"MEUS PRÓPRIOS AMIGOS ME TRAÍRAM DA PIOR FORMA!" Ele lutou tanto para crescer na vida e virar um empresário de sucesso, mas não imaginava que a inveja estava morando ao lado! Um amigo de anos descobriu segredos da vida dele e começou a exigir rios de dinheiro para não contar nada, só que a ganância não teve fim e virou uma grande armadilha com tortura e um final trágico. O detalhe misterioso que a polícia encontrou em cima do carro deixou todo mundo chocado!
Dezenas de camelôs fecharam duas faixas da Avenida Atlântica, na altura do Posto 4, em Copacabana, no fim da tarde desta quinta-feira (16/07), em protesto contra a operação Tolerância Zero, da Prefeitura do Rio. A ação intensifica a fiscalização de regras que já existiam, mas não eram aplicadas: não é mais possível vender milho e queijo coalho na areia, porque o uso de carvão ou gás já era proibido desde o ano passado.
COMO FOI O PROTESTO
A manifestação começou por volta das 17h40, acompanhada de perto por policiais militares em motos e viaturas, e contou com dezenas de motos elétricas usadas pelos vendedores para transportar mercadorias.
Durante o ato, os participantes entoaram palavras de ordem como “somos trabalhadores, não criminosos” e “ão, ão, ão, o camelô não é ladrão”.
Por volta das 19h10, o grupo liberou as pistas no sentido Leme e passou a ocupar duas faixas no sentido Ipanema, em frente ao Copacabana Palace, onde mais de 40 motos elétricas fizeram um buzinaço.
A VOZ DE QUEM TRABALHA NA AREIA
Para os ambulantes, o problema não é a regra, mas a falta de alternativa. “Fomos proibidos de trabalhar. O que queremos é poder trabalhar de forma organizada. Desde ontem, por volta das 22h, eles começaram a recolher toda a nossa mercadoria”, afirmou Júlio César Viana, de 43 anos.
Ele vende camisas e bolas de futebol na altura do Posto 3 para custear a faculdade de Medicina.
O CONTRASTE NA ORLA
O protesto contrastou com o cenário observado pouco antes em outro trecho da praia. Em frente ao Copacabana Palace, o calçadão permaneceu sem ambulantes durante toda a tarde, sob fiscalização de agentes da Seop e com policiamento ostensivo.
Imagens de drone mostraram a orla completamente livre de vendedores no local.
O QUE MUDOU
A operação começou na madrugada de quinta-feira, com a instalação de grades nos acessos às praias da Zona Sul e o reforço da fiscalização contra o comércio irregular.
No primeiro dia, a medida alterou a rotina de Copacabana, com a retirada dos vendedores de alimentos tradicionais, apreensões de mercadorias e forte presença de agentes públicos ao longo da orla.
Um juiz federal de Miami condenou o presidente venezuelano Nicolás Maduro, o empresário Alex Saab, integrantes do alto escalão do governo da Venezuela e o chamado Cartel dos Sóis ao pagamento de US$ 314 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) em indenizações a três cidadãos norte-americanos que foram presos e t0rtur4dos no país. A decisão foi proferida à revelia, após os acusados não apresentarem defesa em uma ação movida em 2025, e é considerada a maior indenização já concedida por tribunais dos Estados Unidos em um caso semelhante.
Segundo a sentença, Jerrel Kenemore, Jason Saad e Edgar José Marval foram detidos arbitrariamente e submetidos a espancamentos, choques elétricos, isolamento, privação de alimentos e outras formas de tortura antes de serem libertados, em 2023, durante uma troca de prisioneiros entre Washington e Caracas envolvendo o empresário Alex Saab. O juiz entendeu que os abusos configuraram atos de t3rrorism0 internacional e determinou a indenização com base na legislação antiterrorismo dos Estados Unidos.
“Com esse novo aumento, mais 9%, iremos para a liderança!” ou “Força Brasil! Seu povo aguenta(?)”
“A conta de luz no Brasil tem registrado aumentos médios em 2026, com reajustes que superam a inflação. Em São Paulo, a Aneel aprovou um reajuste de até 10,18% (com impacto de 9,02% para residências)” Fonte “ANEEL”
A energia elétrica no Brasil é mais cara em toda a América Latina, ficando atrás apenas da média da União Europeia e muito próximo dos Estados Unidos. A diferença é que, enquanto países mais ricos costumam oferecer infraestrutura mais consistente, maior previsibilidade regulatória e serviços públicos amplamente desenvolvidos, no Brasil temos retorno de país subdesenvolvido.
No Brasil, a conta de luz parece ter feito intercâmbio em país desenvolvido, mas a sensação do consumidor muitas vezes continua sendo a de enfrentar problemas típicos de economias menos eficientes. O boleto chega com autoestima de primeiro mundo, enquanto o cidadão segue torcendo para que a próxima surpresa venha apenas na previsão do tempo — e não na próxima fatura.
Em tempo: avisem o apedeuta mor e seus ministrecos que essa inflação não tem nada a ver com tarifação dos EUA...