ELEGEMOS POLITICOS PARA REPRESENTAR O POVO, PORÉM ELES SÓ REPRESENTAM OUTROS POLITICOS, DISENDO QUE É PARA O BEM DO POVO, MAIS NADA FOI FAVORAVEL AO POVO DURANTE ANOS! POR QUE NO PROXIMO ANO, DEPOIS DAS ELEIÇÕES SERA, SE A QUASE 40 ANOS NUNCA FOI?
NO BRASIL, AS INJUSTIÇAS RECAEM TODAS ENCIMA DO STF, ONDE SE JULGAM OS GRANDES, PORÉM NAS COMARCAS, ONDE OS PEQUENOS SÃO JULGADOS, NÃO TEMOS NINGUÉM SE IMPORTANDO!
H I P Ó C R I T A S
O QUÊ ACONTECEU COM AS MANIFESTAÇÕES FEMINISTAS
ONDE ESTARÃO AS MULHERES ESQUERDOPATAS QUE ATÉ AGORA NÃO SE MANIFESTARAM
SERÁ QUE OS ESQUERDOPATAS SÓ SE MANIFESTAM NUM BAR, ATRÁS DE UMA PORÇÃO DE BATATAS-FRITAS, ACOMPANHADO DE UM CANECO DE CHOOP GELADO
SÃO OS GUERRILHEIROS DE BOTEQUIM
COMUNISTAS DE BAR
As irmãs gêmeas Romina Rahimi e Taraneh Rahimi, de 20 anos, estão entre os réus julgados no chamado "Caso da Praça Shohada", relacionado aos protestos realizados em Isfahan, no Irã.
Segundo organizações internacionais de direitos humanos, elas respondem à acusação de moharebeh ("inimizade contra Deus"), um crime que pode levar à pena de morte pela legislação iraniana.
As entidades afirmam que os acusados foram submetidos a tortura para obtenção de confissões, tiveram limitações no direito de defesa e enfrentam um processo marcado por denúncias de graves violações às garantias judiciais.
Até o momento, não há confirmação oficial de que Romina e Taraneh tenham sido condenadas à morte. No entanto, organizações de direitos humanos alertam que, devido às acusações e ao histórico recente de execuções em casos semelhantes, existe preocupação de que elas possam receber a pena máxima.
-Amnesty International, Centro para os Direitos Humanos no Irã (CHRI) e organizações internacionais de direitos humanos.
BRASILEIROS, ACORDEM, ELES NOS QUEREM MORTOS, NÃO PRECISAM DE NÓS, TEM BASTANTE CHINESES PARA NOS SUBSTITUIR! A população da China é de aproximadamente 1,405 bilhão de habitantes, A população do Brasil é estimada em cerca de 213,4 milhões de habitantes, OU ABRIMOS OS OLHOS OU MORREREMOS, NÓS E OS NOSSOS!
ISTO É UMA PROPAGANDA, MAIS PRESTE ATENÇÃO NO QUE ELE FALA!
Lideranças indígenas da fronteira entre Brasil e Peru afirmam que comunidades amazônicas estão sendo “feitas reféns” pelo avanço de redes criminosas transnacionais.
Segundo reportagem do The Guardian, homens mascarados e armados com armas semiautomáticas invadiram casas na aldeia Apiwtxa, na Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, no Acre, intimidando moradores e procurando lideranças locais.
O povo Asháninka, que há décadas enfrenta invasores por proteger a floresta e expulsar narcotraficantes, afirma viver um dos momentos de maior risco de sua história recente.
A denúncia aponta uma combinação perigosa: tráfico de drogas, extração ilegal de madeira, garimpo, abertura de estradas clandestinas e avanço de grupos armados em territórios indígenas.
As lideranças foram a Brasília pedir proteção permanente na fronteira, maior presença do Estado, proteção para lideranças ameaçadas e operações contra o crime organizado na região.
O alerta é grave: se o poder público não agir, as próprias comunidades podem ser forçadas a se defender sozinhas, o que aumentaria ainda mais o risco de violência.
A região fica em uma área estratégica da Amazônia, onde o lado brasileiro ainda mantém florestas relativamente preservadas, enquanto o lado peruano já sofre forte pressão de madeireiros, narcotráfico e redes ilegais.
O caso mostra que proteger a Amazônia não é apenas combater desmatamento. É enfrentar economias criminosas que usam a floresta como rota, mercadoria e território de disputa.
Quando o crime organizado entra em terras indígenas, a ameaça não é só ambiental. É também uma ameaça à vida, à soberania, à segurança pública e aos povos que estão na linha de frente da proteção da floresta.
Fonte: The Guardian.
Em 19 de abril de 2000, o menino Paulo Veronesi Pavesi, de 10 anos, caiu de cerca de dez metros de altura no playground do prédio onde morava, em Poços de Caldas, no sul de Minas Gerais.
Ele foi socorrido no Hospital Pedro Sanches e depois transferido para a Santa Casa de Poços de Caldas. Horas depois da internação, os médicos que o atendiam declararam morte encefálica.
O que parecia um desfecho trágico tomou outro rumo quando o pai da criança, Paulo Airton Pavesi, contestou uma cobrança hospitalar suspeita. Dali, o caso ganhou repercussão nacional e deu origem à investigação conhecida como "máfia do tráfico de órgãos".
Segundo apurado pelo Ministério Público de Minas Gerais, o diagnóstico de morte encefálica de Paulo teria sido forjado, e o menino ainda estava vivo quando seus órgãos foram retirados.
A apuração apontou falhas graves no atendimento, entre elas internação em unidade sem estrutura adequada, demora no atendimento neurocirúrgico e cirurgia realizada por profissional sem qualificação.
Quatro médicos foram denunciados por homicídio qualificado: José Luis Gomes da Silva, José Luiz Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez. Em julgamento realizado em 2021, mais de duas décadas após a morte do menino, Marco Alexandre foi absolvido pelo júri popular.
José Luis Gomes da Silva e José Luiz Bonfitto foram condenados; segundo nota recente do Ministério Público, a pena de ambos foi de 28 anos de prisão, embora reportagens anteriores tenham registrado condenação de 25 anos e 10 meses, divergência ainda não esclarecida.
Álvaro Ianhez, coordenador de uma central clandestina de transplantes no sul de Minas Gerais, foi condenado a 21 anos e 8 meses por atestar falsamente a morte encefálica da criança.
Outros três profissionais, Sérgio Poli Gaspar, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, também foram condenados pela remoção irregular de tecidos e órgãos.
Ao todo, seis dos sete médicos denunciados foram condenados. As prisões só foram decretadas anos depois, quando o STJ negou recursos das defesas, com base em entendimento do STF sobre execução da pena após condenação em segunda instância.
O caso levou ao fim do serviço de transplantes em Poços de Caldas e motivou uma CPI no Congresso Nacional.
A Polícia Civil da Bahia concluiu a investigação sobre o assassinato da professora aposentada Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, morta durante um latrocínio (roubo seguido de morte) em Santa Rita de Cássia, no oeste do estado. Segundo a investigação, quatro pessoas foram indiciadas e estão presas suspeitas de participação no crime.
De acordo com a polícia, após matarem a vítima, os criminosos arrancaram quatro dedos de sua mão direita para utilizar a biometria em caixas eletrônicos. Com isso, conseguiram realizar três saques que totalizaram R$ 18 mil. Uma quarta tentativa teria fracassado porque os dedos já não eram reconhecidos pelo leitor biométrico. As imagens das agências bancárias ajudaram a identificar os envolvidos.
As investigações apontam que o crime teria sido motivado pela falsa informação de que a professora escondia dinheiro e joias em um cômodo da residência. Segundo a Polícia Civil, a afilhada da vítima teria repassado essa informação aos comparsas, que planejaram o assalto. Durante a ação, Vivaldina foi morta e, posteriormente, teve cartões bancários, celular e outros bens levados pelos suspeitos.
Os quatro investigados responderão por latrocínio e associação criminosa. O caso causou grande repercussão pela violência empregada e pela forma como os criminosos utilizaram a biometria da vítima para acessar sua conta bancária.
"EU NÃO QUERO MORRER, POR FAVOR!" Em um cenário aterrorizante escondido no manguezal, três jovens viveram momentos de puro desespero ao serem capturadas e levadas ao limite pelo tribunal do crime! O que era para ser apenas uma mudança de bairro virou um pesadelo sem volta, e até quem não tinha nada a ver com a história acabou pagando o preço mais alto. O caso chocou o país e revelou ordens que saíram diretamente de dentro da cadeia!



















