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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

07,08,09/09/2026 INSS


















Nomes de peso como Celso de Mello, Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Ayres Britto, Ellen Gracie e Nelson Jobim assinaram uma carta dirigida a Edson Fachin, presidente do Supremo, classificando o momento atual como a “mais aguda crise” da história do Supremo.

Eles pedem que Fachin convoque, com urgência, uma sessão pública do plenário para determinar a apuração dos fatos que, segundo o documento, estão comprometendo o prestígio e a autoridade do STF, a confiança da população e até a estabilidade das instituições democráticas.

A carta não cita Alexandre de Moraes, André Mendonça ou o caso Master nominalmente. Mas surge justamente no auge da crise provocada pelas revelações envolvendo Moraes e Daniel Vorcaro e pelo confronto aberto entre Moraes e Mendonça. Quando 13 pessoas que já ocuparam uma cadeira no Supremo dizem que a Corte atravessa a crise mais grave de sua história, não dá mais para fingir que está tudo normal. Os fatos precisam ser investigados até o fim, seja quem for o atingido.
Compartilhe com alguém que também quer um Brasil livre do STF.




Quando dez ex-presidentes do STF e três ministros aposentados se unem para alertar sobre fatos que podem comprometer a confiança na Suprema Corte, o Brasil precisa ouvir.

A manifestação não vem de adversários do Tribunal. Vem de pessoas que conhecem profundamente a instituição e compreendem a gravidade do momento. Elas pedem uma sessão pública e uma apuração imediata e rigorosa sobre as mensagens envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Não se trata de condenar antecipadamente ninguém. Trata-se de investigar com transparência, independência e respeito ao devido processo legal. O silêncio não protege o Supremo. A verdade, sim. Nenhuma autoridade pode estar acima da lei. As instituições pertencem ao povo brasileiro e só permanecem fortes quando merecem sua confiança.
O Brasil precisa de respostas. E precisa delas agora.

























































Ela era empregada doméstica e acordava às 3 da manhã. Anos depois, comandava um império do tráfico em São Paulo;
Floripes Souza de Oliveira nasceu em Alagoas e ainda criança se mudou com a família para São Paulo. Foi na periferia da capital que ela cresceu e construiu uma vida que, décadas depois, faria seu nome se tornar uma lenda na Vila Brasilândia.
Durante anos, Floripes trabalhou como empregada doméstica em casas de famílias ricas de regiões nobres da cidade. A rotina começava de madrugada.
Ela acordava por volta das 3 ou 4 da manhã, preparava o café da manhã dos patrões, passava o dia trabalhando e só depois voltava para a Brasilândia, onde seus próprios filhos permaneciam em meio às dificuldades.
A diferença entre os dois mundos fazia parte da rotina dela: de um lado, as casas luxuosas onde trabalhava; do outro, a realidade da periferia onde criava os filhos.
Até que um dia, durante uma discussão com uma das patroas, Floripes levou um tapa no rosto.
Aquilo teria sido o ponto de ruptura.
Ela abandonou o trabalho doméstico e decidiu que não voltaria mais a ocupar aquele lugar. Foi então que começou a construir uma trajetória completamente diferente.
Na Brasilândia, Floripes passou a atuar no comércio de drogas e, aos poucos, deixou de ser apenas mais uma pessoa envolvida com o crime para se tornar a mulher que comandava uma estrutura que cresceria por toda a região.
Seu principal negócio era a venda de “erva”, além de outros entorpecentes. Com o tempo, ela construiu o que ficou conhecido como um verdadeiro império de drogas na zona norte de São Paulo.
E havia uma característica que chamava atenção: Nenê comandava homens.
Ela era temida, respeitada e, para alguns moradores, também vista como alguém que protegia a comunidade. Enquanto nas ruas sua palavra tinha peso e sua violência era conhecida, dentro de casa existia uma outra versão de Floripes.
Ela era mãe e tinha regras rígidas com os próprios filhos.
Nenê educava as crianças com pulso firme e, mesmo vivendo cercada pelo crime, fazia questão de exercer autoridade dentro de casa.
Essa contradição acompanharia toda a trajetória de Nenê: uma mulher capaz de comandar um dos maiores esquemas de tráfico de São Paulo e, ao mesmo tempo, extremamente preocupada com os próprios filhos.
Relatos reunidos sobre sua trajetória apontam que Nenê chegou a unificar diferentes grupos da zona norte sob seu comando, formando uma espécie de exército próprio.
Uma das regras atribuídas a ela era que os homens que trabalhassem para sua estrutura deveriam ter pelo menos 25 anos.
Para os mais jovens, ela dizia que o caminho deveria ser outro: estudar e procurar uma vida fora do crime.
Nenê podia ser temida por sua violência e, ao mesmo tempo, ser tratada por parte dos moradores como alguém que protegia a comunidade.
Ela ajudava pessoas, resolvia conflitos e enfrentava criminosos que tentavam entrar em seu território. Por isso, ganhou apelidos como “mãe dos pobres” e madrinha das crianças.
Mas quem desafiava suas regras podia descobrir o outro lado daquela mulher.
E então veio a prisão.
Sua influência chegou até dentro da prisão, onde era considerada uma figura de peso e mantinha uma reputação que ultrapassava os muros do Carandiru.
Ela chegou a protagonizar uma fuga que se tornou uma das histórias mais conhecidas de sua trajetória. Depois de anos presa, conseguiu escapar do Hospital das Clínicas com a ajuda de uma comparsa.
Quando voltou para a Brasilândia, foi recebida como uma celebridade.
Houve festa, samba e uma multidão comemorando sua liberdade. Naquele momento, Nenê prometeu que não voltaria mais para o crime.
Mas ela não conseguiu cumprir a promessa.
Nos anos seguintes, começou o que ficou conhecido como seu “segundo reinado”. Seu poder e sua influência aumentaram novamente, e ela passou a circular não apenas entre criminosos, mas também entre pessoas ligadas à polícia e à política.
Sua influência chegou ao ponto de participar de articulações políticas e conseguir votos por meio de ameaças e boca de urna armada.
Quanto maior ficava seu poder, maior também era o número de pessoas que queriam vê-la desaparecer.
A década de 1980 trouxe mudanças no mundo do crime e o tráfico de cocaína começou a ganhar cada vez mais espaço. O império de Nenê também passou a enfrentar novos inimigos.
Em 1989, Floripes Souza de Oliveira foi assassinada em frente à própria residência. Ela tinha 44 anos.
Há relatos que apontam para vingança envolvendo policiais, outros relacionam o assassinato à disputa pelo tráfico.
Para alguns moradores da Brasilândia, ela ficou na memória como uma mulher que ajudava e protegia a comunidade. Para outros, como uma criminosa cruel e perigosa.
A empregada doméstica que um dia levou um tapa no rosto acabou se tornando a mulher que construiu um império de “erva”, comandou homens, enfrentou a prisão, fugiu do Carandiru, voltou para o crime e fez a própria Brasilândia aprender a pronunciar um nome: Nenê.


segunda-feira, 7 de setembro de 2026

04,05,06/09/2026 n n n 2026

























Caiado encontra Flávio Dino: tirem suas conclusões.

Essa é a "alternativa" para a direita? Marquem o candidato pra ele SABER que a direita está de olho nele.












































































































Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um jovem durante uma refeição em uma unidade do McDonald’s exibindo um cartão do Bolsa Família e provocando trabalhadores.
Na gravação, ele afirma estar “luxando com o dinheiro de vocês” e diz aos trabalhadores: “Trabalha mais daí, que eu como mais daqui.”
O jovem ainda pede para que os trabalhadores “fiquem de boa”. A atitude gerou revolta e críticas nas redes sociais.

A presença relatada de grupos arm4dos colombianos dentro do território brasileiro acendeu um alerta grave na fronteira e levanta uma pergunta inevitável: de que vale falar tanto em soberania nacional se comunidades brasileiras precisam abandonar suas casas por medo de homens arm4dos vindos de outro país?
Segundo denúncia encaminhada por organizações indígenas às autoridades, guerrilheiros passaram a circular por comunidades de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Lideranças locais estimam que o grupo possa reunir cerca de 2 mil homens, embora esse número ainda não tenha sido confirmado oficialmente pelas Forças Arm4das.
Os relatos são preocupantes. Indígenas afirmam que homens armados têm intimidado moradores, restringido o acesso aos roçados e feito am3aças com arm4s de fogo. Uma liderança da comunidade de Cunurí teria sido levada pelo grupo e obrigada a servir como guia durante cinco dias. Moradores de algumas localidades já começaram a fugir para áreas consideradas mais seguras.
As comunidades Rio Castanho, Cachoeira Comprida, Cunurí, São Filipe e Morro de Beija-Flor estão entre as citadas nos relatos. Segundo uma liderança ouvida pelo UOL, em determinados locais os homens teriam ordenado até o desligamento da internet Starlink, dificultando a comunicação com o restante do país.
O Ministério Público Federal abriu inquérito civil e recomendou atuação urgente do Exército, da Marinha, da FAB e da Polícia Federal, cobrando patrulhamento, fiscalização e proteção territorial. O Exército afirmou que acompanha a situação e mantém ações de reconhecimento e vigilância na faixa de fronteira.
O episódio expõe uma fragilidade que não pode ser tratada como problema distante da Amazônia. Se grupos estrangeiros armados realmente conseguem entrar no Brasil, intimidar cidadãos, circular por comunidades e provocar deslocamentos, a proteção das fronteiras deixou de ser apenas uma discussão política: tornou-se uma questão concreta de soberania e segurança nacional.
Fonte: UOL, Ministério Público Federal e relatos de organizações indígenas.


MATOU a GAROTA de PROGRAMA quando DESCOBRIU que era TRANS!
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"MATOU A GAROTA DE PROGRAMA QUANDO DESCOBRIU QUE ERA TRANS!" A frase choca, mas reflete a realidade brutal que vitimou Riana Alves e Wendy Gabriele. Duas jovens, dois desfechos trágicos, um padrão de violência que aterroriza o Brasil. Riana foi estrangulada dentro de um carro após um programa, enquanto o corpo de Wendy foi encontrado em sua própria casa, sob sinais claros de asfixia. Seriam esses crimes motivados pelo puro ódio? Investigamos os detalhes por trás desses assassinatos, as falhas na justiça e como o preconceito está tirando a vida de quem apenas buscava sobreviver.

Em agosto de 2009, Gabriela Rico Jiménez apareceu visivelmente agitada na frente de um hotel de luxo em Monterrey. Enquanto as câmeras estavam a filmar, ela exigiu sua liberdade e afirmou que foi detida contra a sua vontade.
Entre os seus gritos, mencionou empresários e figuras políticas, falou de assassinatos e afirmou que algumas pessoas poderosas praticaram canibal!$m0. Ela também se referiu a Juan Camilo Mouriño, que morreu em um acidente de avião em 2008.
Gabriela resistiu quando vários agentes tentaram se aproximar dela e finalmente foi detida. A mídia da época apresentou o incidente como uma crise relacionada à sua capacidade mental.
Uma versão mais recente afirma que ela foi entregue ao DIF e transferida para um centro psiquiátrico no bairro de Buenos Aires, em Monterrey. No entanto, não há documentos públicos que permitam a confirmação do que aconteceu com ela depois.
Não há também um relatório público sobre a sua desaparecimento A única coisa confirmada é que gravação perturbadora, e que, após sua detenção, não havia informações verificáveis sobre sua vida.

Antes de ser conhecido como Carlinhos Bolota, Antônio Carlos dos Santos já chamava a atenção das forças de segurança de Bacabal, no Maranhão.
E uma das primeiras histórias envolvendo seu nome aconteceu quando ele ainda era menor de idade.
Em janeiro de 2018, a Polícia Militar recebeu informações de que dois homens estariam planejando uma execução em Bacabal. O alvo era justamente Carlinhos Bolota, que naquele período era apontado como uma liderança jovem no bairro Novo Bacabal.
Os suspeitos foram localizados em Alto Alegre do Maranhão. Com eles, a polícia encontrou drogas, dinheiro, celulares e um revólver calibre .22. A investigação indicava que os dois haviam viajado para preparar o ataque contra Bolota.
Naquele momento, uma coisa já estava clara: ele havia entrado muito cedo em uma realidade marcada por disputas entre grupos criminosos.
No ano seguinte, o nome de Bolota apareceria em investigações ainda mais graves.
Em junho de 2019, Luyan Rogers Frazão dos Santos, de 20 anos, foi assassinado em Bacabal. A investigação apontou Gérson Wellington Silva Alves, conhecido como Neguinho do Lance, e Vinícius Alves Ferreira como envolvidos no crime.
Segundo a polícia, Neguinho teria recebido de Bolota a ordem para executar Luyan. Bolota negou a acusação e chegou a afirmar que estava em casa quando o assassinato aconteceu.
Mas o caso avançou até o Tribunal do Júri.
Em outubro de 2022, Antônio Carlos de Sousa dos Santos, o Carlinhos Bolota, foi condenado pelo assassinato de Luyan. A Justiça do Maranhão registrou que a vítima havia sido morta a tiros e facadas.
Bolota recebeu uma pena de 30 anos e 10 meses de prisão.
E o assassinato de Luyan não era o único episódio que colocava o nome de Bolota no centro das investigações.
Em agosto de 2019, a Polícia Civil havia prendido Bolota e outros suspeitos durante uma investigação sobre a morte de Kauã Vieira Marinho e a tentativa de homicídio contra o irmão dele, Geanderson.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, o grupo era apontado como integrante do PCC.
Dentro do sistema prisional, o nome de Bolota também apareceu em outro processo, relacionado a uma tentativa de homicídio contra um detento em setembro de 2019.
Em 2021, a Justiça decidiu que havia elementos suficientes para que ele e outros acusados fossem levados a julgamento nesse caso.
Enquanto sua ficha criminal crescia, também crescia a imagem que ele construía nas redes sociais.
No próprio Facebook, Bolota utilizava a expressão “matador de polícia”, uma descrição que acabou se tornando uma das marcas associadas ao seu nome.
Depois de passar anos preso, Bolota conseguiu uma saída temporária no período do Dia dos Pais de 2025.
Foi durante esse intervalo que sua história terminou.
Na noite de domingo, 10 de agosto de 2025, Carlinhos Bolota estava no Bar B-13, no bairro Trizidela, em Bacabal.
Dois homens armados e encapuzados entraram no estabelecimento e, segundo as informações divulgadas pela polícia, foram diretamente até ele.
Os homens efetuaram vários disparos de fuzil contra Bolota e fugiram logo depois.
Ele morreu no local.
A execução aconteceu justamente quando estava fora da prisão por uma saída temporária, depois de já ter sido condenado a mais de 30 anos pelo assassinato de Luyan.
A Polícia Civil passou a investigar quem estava por trás da execução e qual teria sido a motivação. Até as informações disponíveis, os responsáveis pelo ataque não haviam sido apresentados oficialmente.
A trajetória de Carlinhos Bolota começou muito antes daquela noite no Bar B-13, e terminou de forma brutal.
 Pedro Charles Gomes Navarro tinha apenas 15 anos quando sua história terminou em uma casa no bairro São Pedro, em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte.
Mas, muito antes daquela tarde de dezembro de 2024, o nome que ficou conhecido como “Sementinha” já circulava entre pessoas ligadas ao crime na região.
Aos poucos, o adolescente teria deixado de ser apenas mais um garoto envolvido com pequenos delitos e passado a ocupar um espaço cada vez mais perigoso dentro da criminalidade.
Nas redes sociais, segundo relatos sobre sua trajetória, ele gostava de aparecer exibindo armas e drogas. Aos poucos, “Sementinha” passou a ser associado a um grupo ligado ao Comando Vermelho na região de Esmeraldas.
E havia uma característica que chamava atenção: mesmo sendo muito jovem, Pedro já acumulava registros policiais.
Quando morreu, a polícia informou que ele tinha passagens por roubo, homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e abuso de vulnerável.
Mas foi um episódio envolvendo uma mulher chamada Idalina que fez o nome de Sementinha aparecer associado a uma das histórias mais brutais atribuídas a ele.
Idalina tinha 45 anos e morava no bairro Santa Cecília, em Esmeraldas.
Segundo os relatos que circularam sobre o caso, ela era mãe de um homem envolvido com o crime e não aceitava a vida que o filho levava.
Em algum momento, integrantes da facção passaram a desconfiar que Idalina estaria passando informações para a polícia.
Ela teria sido acusada de ser uma “X9”.
E, dentro da lógica violenta do chamado “tribunal do crime”, essa acusação teria sido suficiente para transformar uma suspeita em uma sentença de morte.
Relatos locais apontam que Idalina foi levada para ser executada e que Sementinha estaria entre os envolvidos.
A mulher teria sido morta, decapitada e, depois, seu corpo foi incendiado.
O detalhe mais perturbador atribuído a Sementinha é que, segundo esses relatos, ele teria rido enquanto o corpo de Idalina era queimado.
E a trajetória dele não terminou muito tempo depois.
Em 6 de dezembro de 2024, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que Sementinha e outro homem estavam escondidos em uma casa no bairro São Pedro.
Quando os policiais chegaram, encontraram uma grande quantidade de drogas sendo preparada para distribuição.
O outro homem conseguiu fugir.
Pedro, segundo o relato da PM, teria recebido ordem para largar a arma, mas não obedeceu.
O adolescente foi atingido por cinco disparos: dois no tórax, dois nas pernas e um na mão. Ele foi socorrido e levado para o Hospital 25 de Maio, em Esmeraldas.
Mas não resistiu.
Na casa, os policiais apreenderam 601 buchas de maconha, 31 pedras de crack, 65 pinos de uma substância semelhante à cocaína, celulares e uma motocicleta roubada.
Pedro tinha 15 anos.
Uma idade em que a maioria dos adolescentes ainda está tentando descobrir o que quer fazer da própria vida. A dele já estava profundamente ligada ao crime.