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sábado, 29 de agosto de 2026

27,28,29/08/2026 INSS

 






O DESASTRE NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA É UM PROJETO MILIMETRICAMENTE DETALHADO, DE MUITO SUCESSO, E QUE AINDA ESTÁ EM PLENO CURSO, E A TODO VAPOR.
NÃO SE TRATA DE MERA COINCIDÊNCIA.
PARA RECUPERAR ESTE ATRASO, ESTA MISSÃO NÃO PODERÁ FICAR RESTRITA AO ESTADO.
EMPRESAS PÚBLICAS, EMPRESAS PRIVADAS E ATÉ MESMO AS FFAA BR TERÃO DE SE ENVOLVER NESTA MISSÃO.
A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.
Quando a educação enfrenta falta de investimentos, desigualdade de oportunidades, dificuldades estruturais e profissionais sobrecarregados, não estamos falando apenas de problemas isolados.
A educação deveria ser uma das principais prioridades de qualquer sociedade. É por meio dela que crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico e melhores oportunidades para o futuro.
Por isso, discutir a educação brasileira é discutir o próprio futuro do país.
Uma educação de qualidade não pode ser privilégio. Precisa ser um direito garantido na prática, com escolas estruturadas, valorização dos profissionais e condições adequadas para que alunos e professores possam aprender e ensinar.
O futuro do Brasil começa dentro da sala de aula.




























OS FACINORAS DESCOBRIRAM, QUE TEMPO É O QUE OS APOSENTADOS QUE TRABALHARAM A VIDA TODA, MENOS TEM, ENTÃO ATRZAR OS PROCESSOS É LUCRO PARA ELES!





















ENFRENTAMOS O DIA A DIA, OS TRANSPORTES PRECARIOS DAS EPOCAS, MUITAS CAMINHADAS CORRENDO RISCOS DE MORTE POR DIVERSOS MOTIVOS, OS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES ERAM EMBUTIDOS EM TUDO QUE FAZIAMOS, NOS SALARIOS, PASSAGENS, ROUPAS, COMIDAS, INPS(AGORA INSS) TUDO PARA SOBREVIVER E PAGAR IMPOSTOS! QUANDO AO LONGO DE UMA GRANDE JORNADA DE VIDA, ENVELHECEMOS, NÃO TINHAMOS TEMPO PARA FISCALISAR NADA, SÓ TRABALHO, VEMOS NOSSOS DIREITOS SEREM ROUBADOS, PIOR RESPALDADOS POR UMA JUSTIÇA MOROSA E CONIVENTE! TUDO BEM, HOJE EU CHORO, MAIS UM DIA CHEGARA A SUA VEZ E COLHERAR OS FRUTOS NA SUA INDIFERENÇA!




















































AS PESSOAS NÃO ENTENDERAM AINDA, PDS E PMDB SÃO OS CENTRÕES, A BASE DE QUEM GANHAR AS ELEIÇÕES, QUEM QUER QUE GOVERNE, VAI TER DE COMER NO COXO DELES, ENTÃO NADA MUDARA, CORRUPÇÃO SEM CENTRÃO É IMPOSSIVEL DE EXISTIR, ASSIM COMO PARA INVESTIGAR!




































































Maria Eduarda Cordeiro da Silva tinha 20 anos e havia se mudado de Curitiba para o Guarujá, litoral paulista, cerca de três meses antes de desaparecer. Na noite de 2 de janeiro de 2026, dois dias após passar o Réveillon na praia, ela deixou de responder a mensagens e ligações da família.
O caso ganhou contornos graves quando o namorado da jovem enviou um vídeo aos parentes dela relatando que o casal havia sido sequestrado por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), sob a acusação de pertencer à facção rival Comando Vermelho (CV).
Segundo o rapaz, ambos foram submetidos a um chamado "tribunal do crime": ele teria sido liberado, mas Maria Eduarda teria sido condenada à morte e executada. Após o relato, o namorado deixou o Guarujá e não foi mais localizado pelas autoridades para prestar esclarecimentos.
A mãe da vítima, Claudieli Natali Cordeiro, registrou boletim de ocorrência e o caso passou a ser investigado pela Delegacia Antissequestro e, depois, pela 3ª Delegacia de Homicídios do Deic de Santos.
Ambos tinham passagem por tráfico de drogas, Maria Eduarda cometeu o delito ainda na adolescência. A polícia aponta que a jovem integrava o CV, e que o rapaz não é faccionado e que publicações antigas de Maria Eduarda nas redes, com armas e referências ao CV, teriam motivado a suposta sentença de morte da facção rival.
Em 19 de fevereiro, quatro pessoas foram presas temporariamente sob suspeita de organização criminosa e homicídio qualificado: três homens, de 19, 24 e 28 anos, e uma mulher de 21.
As investigações apontam que um casal foi até a casa da vítima para retirar e descartar seus pertences, dificultando a apuração, enquanto um motorista de aplicativo teria levado envolvidos ao Paraná.
Nos meses seguintes, novas prisões ocorreram. Em abril, Adailton Candido da Silva, de 33 anos, apontado como o "carrasco" da execução, foi detido no Guarujá. Em maio, André Santos de Araújo, de 39 anos, conhecido como "Da7", apontado como responsável por deliberar sentenças de morte da facção, também foi preso.
Alexandre Barros Neves, de 50 anos, indicado como quem iniciou a perseguição ao casal, segue investigado.
Até o momento, porém, o corpo da jovem não foi localizado e nenhum dos suspeitos foi levado a julgamento.




Izabele tinha apenas 15 anos quando caiu nas mãos de criminosos que acreditaram que ela fazia parte de uma facção rival. Antes de morrer, a adolescente teria sido torturada, teve os cabelos e as sobrancelhas raspados e, segundo a polícia, até as unhas arrancadas.
O mais assustador é que ela sequer fazia parte do mundo do crime.
Izabele Dinelly Martins tinha 15 anos e estava em Manaus durante as férias escolares, hospedada na casa de uma tia, no bairro Santo Agostinho, na Zona Oeste da cidade. A adolescente era de Maués, no interior do Amazonas.
Na noite de 25 de julho de 2025, Izabele saiu da casa da tia dizendo que iria encontrar uma pessoa, ela iria buscar um carregador na casa de um amigo.
Ela chamou um carro por aplicativo e deixou o local. A partir daquele momento, porém, a família perdeu contato com a adolescente.
Segundo a investigação da Polícia Civil, Izabele acabou entrando em uma área dominada por criminosos. E foi ali que teria acontecido o erro que custaria sua vida.
Os investigadores acreditam que a adolescente foi confundida com uma integrante de uma facção rival. Sem qualquer relação com o grupo criminoso, Izabele teria sido tratada como inimiga pelos criminosos.
Ela foi submetida a uma sequência de agressões e torturas.
De acordo com os investigadores, os criminosos rasparam os cabelos e as sobrancelhas da adolescente. A polícia também relatou que as unhas de Izabele teriam sido arrancadas durante as agressões.
O corpo apresentava diversas lesões. O laudo apontou traumatismo craniano como causa determinante da morte, além de ferimentos graves no fígado e nos rins.
Na madrugada de 26 de julho, por volta das 5h30, Izabele foi encontrada gravemente ferida e levada para o Hospital João Lúcio, em Manaus.
Ela ainda estava viva.
Mas a violência sofrida havia sido devastadora. Izabele morreu no dia seguinte, 27 de julho, por volta das 11h30.
A investigação avançou nos meses seguintes e chegou a Robson Pinheiro Moreira, de 25 anos, conhecido pelos apelidos “R2” e “2E”. Segundo a Polícia Civil, ele seria ligado a uma facção e teria posição de liderança na região, com poder para determinar execuções.
Robson foi preso em dezembro, no bairro Compensa. Com ele, segundo a polícia, foram encontradas drogas e munições. Ele já possuía antecedentes por tráfico e roubo, mas nega participação na morte de Izabele.
Outros dois homens, André Trajano Feitosa e Wellington Serafim Maximiano, também foram apontados pela investigação como envolvidos na ordem para matar a adolescente e eram procurados.
Izabele não tinha uma guerra com aquela facção. Não era integrante de grupo criminoso, ela simplesmente foi confundida com a pessoa errada — e pagou com a própria vida.




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DE CORTAR O CORAÇÃO: Irmão grava vídeo mostrando como a irmã ficou após anos de agressões do ex-marido. "Ela entra em pânico com qualquer homem que chega perto, até comigo que sou irmão", desabafa. Até quando? ISSO PRECISA ACABAR.




Uma grande operação realizada na Flórida recuperou 163 crianças e adolescentes desaparecidos em apenas cinco dias. Os menores tinham entre 2 meses e 17 anos, e alguns dos casos envolviam histórico de abuso, negligência e exploração.
A operação teve desdobramentos em outros estados americanos, Porto Rico e 12 países, incluindo o Brasil. As autoridades, porém, não divulgaram quantos casos tiveram ligação com o país nem se alguma das crianças recuperadas é brasileira. Tampa Bay concentrou o maior número, com 46 recuperações, seguida por Miami, com 41, e Orlando, com 21. Três pessoas foram presas e as investigações continuam.
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Florida Department of Law Enforcement (FDLE)


IDOSA CONHECE HOMEM PELA INTERNET, VIAJA PARA ENCONTRÁ-LO E TEM SURPRESA AO CHEGAR
Uma idosa viveu uma situação inesperada após conhecer um homem pela internet e viajar até Minas Gerais para encontrá-lo pessoalmente.
Segundo o relato da própria mulher, ao chegar ao local combinado, encontrou o rapaz acompanhado de uma jovem. Para sua surpresa, ele teria apresentado a idosa como se fosse sua avó e a outra mulher como sua namorada.
Ainda de acordo com a idosa, o homem teria feito uma proposta: queria que ela comprasse um celular para ele. Em troca, teria prometido levar a namorada para casa e depois passar a noite com a idosa em um motel.
Surpresa e decepcionada com a situação, ela recusou a proposta.
A mulher contou ainda que seu celular ficou sem bateria e, como não estava se sentindo bem, precisou pedir ajuda a pessoas que passavam pela rua para conseguir entrar em contato com a filha.
Populares permaneceram ajudando a idosa até a chegada de seus familiares.
O caso foi contado pela própria mulher em um vídeo que repercutiu nas redes sociais.


"Só tenho só esse pente aqui só... Dá um beijo na minha mãe e todo mundo, tá bom? Te amo." Essa foi a despedida desesperada gravada por Pim da Fazendinha antes de ser abandonado para a morte na violenta guerra da favela do Rodo, na Zona Oeste do Rio. O conflito brutal explodiu em 2018 após a traição de Sonic, chefe do tráfico que pulou para o Bonde do Ecko levando fuzis e rotas estratégicas. Encurralado por milicianos fortemente armados e blindados, o Comando Vermelho recuou, deixando o jovem sozinho até o último tiro.

Yuri Guimarães Soares, o “Lirow”, apontado pelo MPRJ como um dos principais elos entre a milícia de Curicica e o TCP da Maré e da Pedreira, foi morto no início deste mês, em Curicica, com vários disparos na região do rosto. Segundo apuração do Bruno Assunção, Yuri teria sido morto pela própria milícia. Ele foi sepultado no Cemitério do Caju.
O caso veio à tona novamente após o GAECO/MPRJ denunciar 20 pessoas investigadas por integrar núcleos da milícia de Curicica e do TCP. A Justiça recebeu a denúncia e decretou prisões preventivas, cumpridas nesta quinta-feira (27) pelo MPRJ, com apoio da Corregedoria da PM.
Segundo as investigações, a milícia seria comandada estrategicamente por André Costa Bastos, o “Boto” ou “Redbull”, mesmo preso em unidade federal, enquanto Osmar Silva de Souza, o “Messi” ou “Novinho”, exerceria a liderança operacional. O grupo seria financiado por extorsões e roubos de veículos e cargas.
O MPRJ aponta uma aliança entre a milícia e traficantes do TCP, com pacto de não agressão e cooperação contra rivais, principalmente o Comando Vermelho. O esquema também envolveria o comércio ilegal de armas e drogas. Entre os denunciados estão dois PMs, acusados de intermediar o fornecimento de armas e munições para os grupos.


URGENTE: Agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) realizam uma ação na Cidade de Deus nesta madrugada. Dois veículos blindados e diversas viaturas dão apoio à operação. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o objetivo é tentar prender soldados do Comando Vermelho (CV).
Durante a ação, ônibus foram sequestrados por criminosos e usados para bloquear vias da região. Há intenso tiroteio no local, manifestantes estão nas ruas e criminosos estariam cercados pela polícia.
Segundo moradores ouvidos, há informações de baleados. Evitem a região. A principal via do local, a Avenida Miguel Salazar, está fechada.
Essa reportagem está em atualização


Caique Garcia, conhecido como Dimy, ainda era criança quando a violência entrou de vez na história da sua família. Ele tinha apenas 7 anos quando presenciou a execução do próprio pai, morto dentro de um carro na região da Penha, no Rio de Janeiro.
Depois daquela perda, Caique ficou ao lado da mãe, Rafaela, e os dois seguiram a vida juntos. Anos mais tarde, acabaram se mudando para a região da Vila Cruzeiro, próxima ao Complexo do Alemão.
Foi ali que a vida do garoto começou a tomar outro rumo.
Ainda adolescente, Caique teria entrado para o mundo do crime. No início, fazia trabalhos pequenos, sendo descrito nos relatos como um “aviãozinho”. Aos poucos, porém, teria ganhado espaço dentro da estrutura criminosa e passado a movimentar valores cada vez maiores.
Ao mesmo tempo em que crescia dentro do crime, Dimy começou a mostrar uma vida completamente diferente nas redes sociais.
Correntes de ouro, roupas caras, dinheiro e ostentação passaram a fazer parte das publicações. Ele teria conquistado milhares de seguidores e construído uma imagem de jovem bem-sucedido.
Mas, segundo os relatos, havia um problema por trás daquela aparência. Dimy teria começado a mexer no dinheiro da própria organização.
A suspeita era de que ele retirava valores que deveriam permanecer escondidos e depois tentava repor o dinheiro antes da prestação de contas.
Durante algum tempo, teria conseguido fazer isso sem ser descoberto. Até que, em determinado momento, a conta não fechou.
A situação ficou ainda mais complicada quando a própria mãe de Dimy acabou envolvida na história.
Rafaela trabalhava fazendo faxina na casa de um homem ligado à liderança criminosa da região. Segundo os relatos, ela teria sido acusada de fornecer a chave do imóvel para que o próprio filho entrasse no local e roubasse o dinheiro que estava guardado ali.
A partir daquele momento, o problema deixou de ser apenas de Dimy. A mãe também passou a ser vista como alguém que deveria dar explicações.
Então veio a convocação.
Dimy teria sido chamado para comparecer ao chamado “tribunal do crime”, onde seria julgado pelos integrantes da organização.
Rafaela sabia exatamente o que aquela convocação poderia significar. Mesmo assim, decidiu ir atrás do filho.
Ela teria ido ao local e implorado para que deixassem Dimy viver. A intenção era convencer os responsáveis pelo julgamento a pouparem o rapaz.
Mas, segundo os relatos, a situação saiu do controle.
Ao perceber que não conseguiria tirar o filho dali, Rafaela teria discutido e xingado pessoas que participavam do julgamento.
E foi nesse momento que, segundo as versões que circulam sobre o caso, ela também passou a ser considerada parte do problema. O que deveria ser uma tentativa desesperada de uma mãe para salvar o filho acabou se transformando em uma sentença para os dois.
Em agosto de 2024, Dimy e Rafaela desapareceram.
Eles não voltaram para casa, mãe e filho acabaram mortos.
E a história terminou de uma forma que parece ainda mais cruel quando lembramos de como ela começou. Caique tinha visto o próprio pai ser executado quando ainda era uma criança.
Depois, entrou para o crime ainda adolescente.
Tentou crescer dentro daquela estrutura, passou a ostentar dinheiro e acabou acusado de mexer justamente no dinheiro da organização.
Quando chegou a hora de responder pelo que teria feito, sua própria mãe foi até o tribunal do crime para tentar salvá-lo.
Ela não conseguiu. E, no fim, mãe e filho tiveram o mesmo destino