Uma reportagem afirma que a agência Leiaute Comunicação e Propaganda, fundada por Sidônio Palmeira, atual ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula, acumulou cerca de R$ 1,5 bilhão em contratos com os governos do PT na Bahia ao longo das gestões de Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues. Desse total, mais de R$ 900 milhões já teriam sido pagos, enquanto o restante corresponde a contratos ainda em execução.
Segundo a publicação, a agência se tornou uma das principais prestadoras de serviços de publicidade para o governo baiano durante quase duas décadas de administrações petistas. Os contratos envolveriam campanhas institucionais e ações de comunicação pública.
Até o momento, não há decisão judicial declarando irregularidades nesses contratos. A existência de contratos de alto valor, por si só, não comprova ilegalidade. Entretanto, o volume dos recursos voltou a alimentar o debate sobre a concentração de verbas de publicidade oficial e a necessidade de transparência na contratação de agências de comunicação.
O tema ganhou repercussão nacional porque Sidônio Palmeira comandou o marketing da campanha presidencial de Lula em 2022 e hoje ocupa o Ministério da Secom, responsável pela comunicação do governo federal. Críticos defendem que contratos públicos dessa magnitude devem ser amplamente fiscalizados, enquanto apoiadores argumentam que as contratações seguiram os procedimentos administrativos previstos.
Independentemente das posições políticas, o caso reforça a importância da transparência na aplicação de recursos públicos destinados à publicidade governamental e da fiscalização pelos órgãos de controle.
Fonte: Paulo Figueiredo Show
O Interpol prendeu 5.811 pessoas e apreendeu R$ 1.485.803.000,00 em uma operação global de combate à fraude. A Operação First Light 2026, que durou de janeiro a abril, aconteceu em 97 países.
A Operação teve como foco o combate a golpes de engenharia social e atividades de lavagem de dinheiro associadas. A Engenharia social se refere a técnicas que exploram a confiança de uma pessoa para obter dinheiro ou informações confidenciais.
Em outubro do ano passado, policiais do Bope e da Core viveram uma cena que até então pertencia aos noticiários do Oriente Médio: granadas caindo do céu, lançadas por drones operados pelo Comando Vermelho, durante a Operação Contenção nos Complexos do Alemão e da Penha. O nome disso em português claro é: narcoterrorismo.
Quem apostou que era episódio isolado recebeu a resposta na última segunda-feira, dia 13. Em Curicica, na Zona Oeste, um drone lançou um artefato explosivo contra a sede da Associação de Moradores do Parque Dois Irmãos. A explosão abriu um buraco no telhado e feriu um integrante da entidade. O vídeo, gravado e comemorado pelos próprios criminosos do Comando Vermelho, circula nas redes. Antes do lançamento, ouve-se a ordem para explodir o carro dos rivais. Não bastasse, a Polícia Civil investiga informação de inteligência ainda mais alarmante: facções estariam enviando integrantes à Ucrânia para aprender técnicas de guerra com drones, segundo o delegado Marcos Motta, da Coordenadoria de Operações Aéreas Não Tripuladas.
“MEU DEUS, ELE ERA PIOR QUE O PAI E NINGUÉM CONSEGUIA PARAR!” O herdeiro do ditador aterrorizou o país com barbaridades inexplicáveis, invadindo casamentos, fazendo tiro ao alvo com inocentes e torturando a própria seleção de futebol! Nem 17 tiros conseguiram parar esse homem, mas um detalhe oculto no esconderijo mudou tudo e chocou o mundo! O mistério por trás do seu fim esconde algo inacreditável que poucos sabem.
"O INIMIGO DORMIA AO LADO DA VÍTIMA! A POLÍCIA DESCOBRE QUEM AJUDOU A PATROA A EXECUTAR A COZINHEIRA!" – As autoridades confirmaram que a empresária Eliane Alves não agiu sozinha para espancar, transportar por 300 km e arremessar o corpo da trabalhadora em um penhasco em Angra dos Reis. A grande reviravolta é que a principal suspeita de ter colaborado com a patroa é a própria filha de Berenice. Apontada como a investigada número um de ter vendido a própria mãe e facilitado a emboscada em troca de vantagem financeira.