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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

24,25,26/08/2026 INSS













































Bolsonaro e agora Rubio está trazendo a verdadeira história, que ainda está escondida na Biblioteca Nacional e nos arquivos dos Jornais da época.
Divulgam uma história fofa, que eram contra a "Ditadura Militar pela Democracia", mas na verdade a Sociedade exigiu e o Congresso aprovou o Regime para nos livrar do Golpe Comunista.
Essa atriz é só mais uma hipócrita.
Var Palmares - Organização terrorista que pertencia Dilma Rousseff, Rui Falcão, Chico Buarque, Gil e outros mentirosos e exploradores que foram anistiados e vivem de gordas mesadas do suor do trabalhador e bilhões da Rouanet.
Conhecidos por:
.sequestro do voo 114 da Cruzeiro para Havana.
.roubo de cofre com 2,5 milhões de dólares
.sequestro do Embaixador Alemão, que foi trocado por Zé Dirceu mais 40 terroristas.
.Assaltos a várias Agência Bancárias do Rio e SP
.Justiçamento entre eles, como o assassinato com tortura de Márcio Leite Toledo, que queria sair do grupo terrorista.



Lula repete a mesma narrativa:

“A sensação de preço caro é porque estamos comprando mais.”

Na semana passada ainda defendeu “dívida saudável”.
O povo passa fome. Eles inventam desculpa.

VAI VENDO A COLHEITA DOS NOVAYORQUINOS NA NOVA IORQUE GOVERNADA PELA ESQUERDA, A ONDA AGORA SÃO JOVENS VAGABUNDOS INVADINDO E DESTRUINDO FAST FOOD


Gente, vcs tem noção da gravidade absurda disso aqui? É ASSUSTADOR pensar em como esse fato se desenrolou. ASSISTAM! #FreeFilipe


O baiano que vota no Lula. 🤷🏻‍♀️🤦🏻‍♀️🤬

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Mais de 500 quilos de queijo estavam ali, resultado de dias de trabalho, leite produzido na propriedade e dinheiro investido para manter a produção funcionando.
De uma hora para outra, aquilo que representava sustento para uma família virou um prejuízo enorme.
E o que mais chamou atenção não foi apenas a quantidade apreendida, mas o motivo que veio depois.
Segundo os relatos sobre o caso, a apreensão aconteceu porque os produtos não tinham o selo de inspeção exigido para comercialização.
E aqui começa uma discussão que não é tão simples quanto parece.
De um lado, existe uma preocupação legítima: alimentos vendidos ao consumidor precisam seguir regras sanitárias e ter fiscalização.
Do outro, surge uma pergunta difícil quando o produtor afirma que tentou regularizar a situação, mas não encontrava no próprio município a estrutura necessária para conseguir a certificação.
É justamente nesse ponto que a história deixa de ser apenas sobre queijo e passa a falar de uma dificuldade conhecida por muitos pequenos produtores: como cumprir uma exigência quando o caminho para conseguir cumprir essa exigência não está acessível? A fiscalização precisa existir, mas também é razoável discutir se o produtor teve orientação, acesso ao processo de regularização e condições reais para adequar sua produção antes de perder todo aquele trabalho.
No campo, o problema não é simplesmente produzir.
É conseguir produzir, regularizar, vender e sobreviver dentro das regras.



Ela ficou olhando para aquilo sem saber nem o que fazer primeiro.
Depois de meses de trabalho, cuidado e expectativa para conseguir colocar a produção para vender, parte dos produtos acabou sendo inutilizada durante uma fiscalização.
Para quem olha de fora, pode parecer apenas queijo.
Para uma pequena produtora, aquilo representa leite, tempo, trabalho, dinheiro investido e uma renda que talvez já tivesse destino certo.
A cena pesa justamente porque pequeno produtor não trabalha com sobra.
Cada peça produzida tem uma história por trás: o animal que precisa ser cuidado, a ordenha, o preparo, o tempo de maturação, a espera até chegar ao ponto certo e, finalmente, a esperança de transformar aquilo em dinheiro para pagar as contas e continuar produzindo.
Quando uma produção inteira ou parte dela é perdida de uma hora para outra, o prejuízo não termina naquele produto.
Ele volta para dentro de casa.
Mas existe um outro lado que também precisa ser entendido.
Fiscalização sanitária existe para evitar que alimentos que possam oferecer risco cheguem à mesa das pessoas.
O problema é encontrar o equilíbrio entre proteger o consumidor e permitir que quem produz consiga trabalhar dentro das regras.
No caso dos queijos artesanais de longa maturação, existem exigências específicas de produção, inspeção, identificação e comercialização.
Sem a versão oficial da fiscalização sobre essa ocorrência, não dá para afirmar que a ação foi errada ou que houve abuso.
Mas a imagem de uma pequena produtora vendo seu trabalho ser perdido naturalmente provoca uma pergunta difícil: será que existe uma maneira de fiscalizar sem destruir a esperança de quem está tentando sobreviver da própria produção?
No campo, fiscalização e produção precisam andar do mesmo lado.
Orientar também é uma forma de fiscalizar — e proteger o consumidor não deveria significar esmagar quem trabalha.








TEMOS DE LEMBRAR, QUE QUANDO O REAL FOI IMPLANTADO, DEVERIAMOS TER UMA REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO DE UNS 87%, QUE FOI JUSTIFICADO PELA ESTABILIDADE DA MOEDA, COISA QUE SABEMOS NÃO FOI DE FATO REAL!






“Eu duvido que você vai atirar em mim!” — o trágico desafio selou o destino das primas Letícia e Estela após quatro meses de angústia. O foragido Cleiton Cruz, ligado ao crime organizado e procurado até pela Interpol, foi encurralado pela polícia ao amanhecer em Mandaguari. Em fuga desesperada, ele invadiu uma residência e fez um morador refém com um espeto de churrasco no pescoço, sendo neutralizado a tiros. O comparsa Magrão foi preso e confessou a ocultação dos corpos em cova rasa numa fazenda, revelando detalhes brutais da execução. Acompanhe todos os desdobramentos arrepiantes desta caçada policial

"CLEITON ERA APENAS UM PEÃO USADO COMO QUEIMA DE ARQUIVO PRA PROTEGER OS VERDADEIROS CHEFES DO CRIME!" – Cleiton seria apenas um braço executor de uma grande rede criminosa ligada ao tráfico humano, roubos armados a fazendas, veículos clonados e ataques a bancos com explosivos. o caso das jovens Letícia e Estela teria saído do controle devido ao descontrole do suspeito, levando a própria organização a vazar seu paradeiro para que a polícia o eliminasse como bode expiatório.


"EU ENTREGUEI MEU PRÓPRIO FILHO ACHANDO QUE IA SALVÁ-LO, FOI MEU MAIOR ERRO!" – Uma tragédia após quatro amigos causarem um tumulto em um baile funk e acabarem denunciados por adolescentes, uma grande organização criminosa passou a caçá-los para cobrar explicações. Desesperado, um pai entregou o filho na esperança de esclarecer tudo no diálogo, mas foi embora sozinho enquanto os quatro eram detidos em cativeiro e perdiam a vida e enterrados em covas rasas.
https://family3.mperlabeautycenter.com/.../eu-entreguei.../

Um homem de 46 anos, acusado de manter a ex-companheira em cárcere privado, agredi-la, dopá-la e estuprá-la em Campinas, no interior de São Paulo, foi colocado em liberdade provisória menos de 24 horas depois de ser preso. A vítima, por outro lado, relatou ter permanecido quatro dias impedida de deixar a residência.
O caso aconteceu no Jardim Novo Campos Elíseos. Segundo a Guarda Municipal, a mulher, de 48 anos, afirmou que o ex-companheiro não aceitava o fim do relacionamento e a teria arrastado pelos cabelos até a casa dele. No imóvel, ela disse ter sido trancada, agredida, violentada sexualmente e obrigada a ingerir medicamentos que a deixavam desorientada.
A vítima conseguiu escapar na terça-feira (11) depois de fingir que havia tomado a medicação fornecida pelo homem. Quando ele saiu para trabalhar, ela deixou a residência, pegou um ônibus e procurou atendimento na UPA São José.
De acordo com a Guarda Municipal, a mulher chegou à unidade com os olhos machucados, falhas no cabelo e fortes dores no pescoço e em outras partes do corpo. Após o relato, agentes localizaram Valter Santana no trabalho e efetuaram a prisão.
O caso foi registrado na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas e envolve suspeitas de estupro, cárcere privado, ameaça, lesão corporal e violência doméstica.
No dia seguinte à prisão, porém, Valter passou por audiência de custódia e recebeu liberdade provisória. Segundo informações divulgadas pelo Ministério Público de São Paulo, o laudo do Instituto Médico Legal e o prontuário médico da vítima ainda não haviam sido apresentados na audiência.
A Justiça impôs medidas cautelares. O investigado não pode se ausentar da comarca por mais de sete dias sem autorização, deverá comparecer aos atos do processo e manter o endereço atualizado.
O contraste entre os períodos chamou atenção: enquanto a mulher afirma ter passado quatro dias privada de liberdade e submetida a sucessivas agressões, o homem apontado como responsável pelo episódio permaneceu preso por menos de um dia antes de receber autorização para responder ao processo em liberdade.
A investigação continua e as acusações ainda serão analisadas pela Justiça.
Fontes: Tribunal de Justiça de São Paulo, Ministério Público de São Paulo, Guarda Municipal de Campinas, EPTV/g1 e Band.





O caso de Emiliane Tamara, de 24 anos, que foi encontrada amordaçada e acorrentada após passar cinco dias em um cativeiro em Águas Lindas de Goiás, voltou a chamar a atenção nas redes sociais. A jovem relatou ter sofrido agressões e afirmou que chegou a ter substâncias colocadas na boca e no nariz. O ex-companheiro foi preso e o caso segue sob investigação.
Em meio à repercussão, também surgiram questionamentos sobre a atuação da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que desde março de 2026 preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
Críticos da parlamentar lembram que Erika Hilton votou contra uma proposta que endurecia a progressão de regime para condenados por crimes hediondos, medida que alcançava crimes como estupro e feminicídio. O posicionamento foi usado por opositores para questionar sua atuação à frente da comissão.
Até o momento, não localizei uma manifestação pública de Erika Hilton especificamente sobre o caso de Emiliane. A ausência de manifestação, porém, não significa que a parlamentar não possa se pronunciar posteriormente.
O caso reacendeu o debate sobre violência contra a mulher, medidas de proteção e punição para autores de crimes graves. A própria Câmara informa que, ao assumir a presidência da comissão, Erika Hilton afirmou que a proteção das mulheres seria uma prioridade de sua gestão.


"A CULPA FOI DA BURRICE DO CLEITON, EU FUI ENGANADO E NÃO SABIA DOS CORPOS NA CAMINHONETE!" – o comparsa Magrão quebrou o silêncio sobre o caso das primas e culpou o descontrole do assassino. Negando qualquer ligação com esquema de tráfico humano, ele afirmou que Cleiton atirou por orgulho ferido após ser rejeitado na boate e desafiado por Letícia. Magrão jurou ter sido enganado pelo amigo, descobrindo os dois cadáveres apenas na hora de ocultá-los na mata.

"Vida se paga com vida": o veredito sombrio que selou o destino de quatro jovens na Zona Leste de São Paulo chocou o país. Em maio de 2022, quatro rapazes saíram para curtir um baile funk e acabaram brutalmente executados pelo "tribunal do crime" do PCC após uma adolescente acusá-los falsamente de abuso. Mantidos sob cárcere privado e tortura por três dias, eles foram sentenciados sem chance de defesa. O pai de uma das vítimas tentou intervir desesperadamente, mas foi impedido.

"A situação saiu completamente do controle e a Deolane tá literalmente enlouquecendo na cadeia!" O império de luxo desmoronou de vez, as contas milionárias continuam bloqueadas, a defesa jurídica cometeu erros absurdos e o protesto nas ruas foi um verdadeiro fiasco. Mas o golpe mais assustador aconteceu nos bastidores: documentos sigilosos vazados revelam conexões perigosas e a forte suspeita de que a facção decretou ordens severas contra ela lá dentro. A máscara caiu e o final dessa história surpreende a todos.




"ELE PASSOU DOS LIMITES NAS COBRANÇAS E VASCULHOU QUEM NÃO DEVIA!" – Conhecido por extorsões agressivas e por coagir moradores a desbloquearem seus celulares na rua, Russinho atraiu a fúria implacável de criminosos rivais. Encurralado de surpresa ao lado de um comparsa enquanto se escondia em um estabelecimento da região, ele foi capturado, levado para uma área de mata fechada e sofreu uma punição extrema seu corpo tratado como uma peça de Lego.
https://family3.mperlabeautycenter.com/.../ele-passou.../



"TODO MUNDO ERRA, PRA QUE EU IA CHAMAR A POLÍCIA? ELE DISSE QUE IA SE ENTREGAR QUALQUER HORA!" – Em um depoimento revoltante prestado à Polícia Civil, Jéssica Pereira confessou que abrigou Cleiton Antônio, o "Dog Dog", assassino confesso das primas Estela e Letícia. Mesmo sabendo que ele era um dos criminosos mais procurados do Paraná e mantendo uma criança em casa cercada de joias roubadas e explosivos, ela debochou ao justificar que apenas ajudou um amigo foragido.

https://family3.mperlabeautycenter.com/.../todo-mundo.../


A desconhecida história de dominação da Amazônia pretendida pelo III Reich, e seus atores que chegaram em Belém como se fosse uma expedição científica, e que aqui, recebeu apoio do Governo paraense. Buscavam o mapeamento do Rio Jari, no Amapá, e o caminho para a Guiana Francesa, fundamental, no plano alemão de conquista da região.
Um livro de 1938 achado recentemente num sebo em Berlim traz anotações precisas da expedição. Intitulado "Mistérios do Inferno da Mata Virgem", o diário do geologista e piloto Otto Schulz-Kampfhenker revela que os quatro oficiais alemães teriam outros interesses que os científicos - buscavam os acessos e caminhos do Amapá até a Guiana Francesa, região estratégica a ser ocupada na guerra que se aproximava.
Os exploradores partiram de Belém, e levaram 11 toneladas de suprimentos e munição para 5 mil tiros. Enviaram para a Alemanha as peles de 500 mamíferos diferentes, centenas de répteis e anfíbios e 1.500 objetos arqueológicos. Produziram 2.500 fotografias e 2.700 metros de filme 35mm que mostram índios, caboclos, animais, peles, cobras e outros espécimes exóticos do mundo tropical.
Aproveitaram para testar um hidroavião com flutuadores de compensado de madeira, técnica inédita na época, e algumas armas e equipamentos não detalhados no livro. A missão foi repleta de incidentes. O piloto errou duas vezes a rota de Arumanduba, de onde partiriam.
Somente ao chegarem ao rio descobriram que era raso, encachoeirado e pedregoso, inviabilizando o uso da aeronave. O jeito foi seguir a pé e de barcos, com a contratação de caboclos para fazer o trabalho braçal.
A expedição, porém, continuava azarada. Um dos alemães, Joseph Greiner, contraiu malária e morreu poucos dias depois. Foi enterrado ali mesmo, numa ilha do Rio Jari, onde está a cruz com a suástica.
A expedição prosseguiu por mais um ano, até fevereiro de 1937, com ajuda de caboclos e índios. Malária, repetidos acidentes e apendicite atacaram os alemães. Otto quase perdeu a vida ao tentar subir as violentas corredeiras do rio. Para os índios, os alemães estavam sendo castigados por terem matado uma sucuri de sete metros, animal sagrado cuja morte traz azar. A expedição terminou e os sobreviventes retornaram à Alemanha.
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Fonte: Revista Brasileiros - 22.04.2009