Aguarde, sua golpista: sua batata está assando, a do Lulinha e a do Lulão também.
Roberta Luchsinger dizendo que Débora do Batom
merece cadeia porque cometeu crime. Ainda disse: “Ah, ela tem filho, pensasse no filho antes; ah, ela tem pais, pensasse nos pais antes. Na hora de atentar contra o Estado de Direito e contra a democracia, ela não pensou nisso. A justiça está aí pra isso, a justiça está aí pra punir, não é mesmo?”
Pablo Marçal afirmou nesta quarta-feira (19), durante uma conversa no podcast Iron Talks, que uma de suas primeiras ações, caso seja eleito, seria promover o que chamou de “masculinização” do Exército Brasileiro.
Durante a entrevista, Marçal fez críticas à atual postura das Forças Armadas e declarou que os militares estariam precisando de mais “testosterona” para cumprir o papel de proteção da população.
“Masculinizar o Exército Brasileiro. Estão precisando de testosterona para proteger a população”, afirmou Marçal ao falar sobre o que pretende fazer caso conquiste um cargo eletivo.
A declaração segue o estilo provocativo que marcou a trajetória política de Marçal e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais.
O empresário e político já fez críticas públicas às Forças Armadas em outras ocasiões. Em 2024, durante as enchentes no Rio Grande do Sul, Marçal questionou a atuação dos militares na resposta à tragédia, o que levou o governo federal a acionar a Advocacia-Geral da União (AGU) contra declarações feitas por ele.
Na conversa desta quarta-feira no Iron Talks, Marçal voltou a defender mudanças na postura das instituições responsáveis pela segurança e pela defesa nacional, associando sua proposta à necessidade de uma atuação mais firme na proteção dos brasileiros.
A frase sobre “masculinizar” o Exército e aumentar a “testosterona” representa uma avaliação política de Marçal sobre as Forças Armadas, e não uma descrição objetiva sobre a capacidade ou a atuação dos militares brasileiros
Segundo informações do SBT News, o ministro do STF, André Mendonça, teria decidido contrariar a PGR e manter no Supremo as investigações envolvendo Lulinha.
- Para críticos, a decisão mostra uma tentativa de blindagem institucional em favor da família de Lula.
- Para defensores, Mendonça estaria apenas cumprindo a Constituição, já que o foro privilegiado exige análise pelo STF.
- Para a sociedade, o caso evidencia como investigações de alto impacto político seguem sendo alvo de disputas narrativas e polarização.
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“Dog-dog”, acusado de sequestrar e matar primas de Cianorte, morre em confronto com a polícia. Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como “Dog Dog” ou “Sagaz”, principal suspeito pelo sequestro e morte das primas de Cianorte (Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes), morreu em um confronto com forças policiais durante uma operação integrada no noroeste paranaense.
Investigação: As jovens de 18 anos estavam desaparecidas desde abril de 2026, após saírem para uma festa em Paranavaí com o suspeito.
Confronto: A ação policial envolveu equipes especializadas, como o Grupo TIGRE e o DENARC, culminando na morte de “Dog Dog”.
O número supera os 951 óbitos registrados no mesmo período do governo Jair Bolsonaro.
Segundo os dados, o aumento das mortes ocorre em meio à persistência da crise humanitária na região, associada a doenças e ao avanço do cr1me organizado.
O cenário levou o presidente do STF, ministro Edson Fachin, a procurar Damares Alves, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, para articular uma missão conjunta ao território Yanomami nas próximas semanas.
O governo Lula criou o Ministério dos Povos Indígenas, chefiado por Sonia Guajajara, e destinou recursos para ações na região. Ainda assim, os números de óbitos continuam em alta.
A situação também já é tema de reuniões dentro do governo federal diante da evolução dos indicadores no território localizado em Roraima.
Fonte: Veja — 21 de ago de 2026.
Gabriella Rico Jiménez tinha 21 anos e uma carreira de modelo que começava a decolar.
Segundo relatos que circulam online, naquela noite ela participou de uma festa exclusiva sobre a qual poucos detalhes são conhecidos. O que se repete em todas as versões é a frase que ela supostamente gritou ao sair, em lágrimas e visivelmente angustiada: «eles comeram humanos». Ninguém explicou claramente o que ela quis dizer ou o que testemunhou dentro daquela reunião.
Desde aquela noite, não houve nenhum sinal dela. Não há provas confirmadas de que algo assim tenha acontecido dentro da festa, nem qualquer evidência que ligue diretamente seu desaparecimento àquelas palavras. A única certeza é que Gabriella nunca mais foi vista, e seu caso permaneceu suspenso entre o rumor e uma pergunta que ninguém conseguiu responder: o que ela realmente viu naquela noite?
O resgate de uma mulher que ficou cinco dias em cativeiro, encontrada amordaçada e acorrentada em Águas Lindas de Goiás, voltou a gerar indignação nas redes sociais e reacendeu o debate sobre o endurecimento das penas para crimes hediondos.
Internautas lembraram que, durante a tramitação do PL 1112/2023, partidos de esquerda como PT e PSOL votaram contra o projeto que ampliava penas para diversos crimes graves, incluindo sequestro, estupro e homicídio qualificado.
A discussão voltou ao centro do debate após o caso, com defensores da proposta afirmando que punições mais severas podem ajudar no combate à criminalidade, enquanto parlamentares contrários alegaram, na época, que o texto era excessivamente punitivista.











































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