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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

26-02-2026 INSS

 












































Em fevereiro de 2026, o biólogo e apresentador Richard Rasmussen percorreu cerca de 1.500 quilômetros pela Rodovia Transamazônica até chegar a Manaus. A viagem foi feita a bordo de um veículo apropriado e contou com a presença de Renato Cariani e Julio Balestrin. A proposta era mostrar, na prática, as condições da estrada e a realidade enfrentada por moradores da região, expondo dificuldades logísticas, trechos de lama e a precariedade de infraestrutura em uma das áreas mais debatidas do país.
A expedição rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e provocou críticas. Um ativista acusou Richard de transformar a situação da Amazônia em espetáculo midiático, afirmando que ele estaria fazendo show para câmera enquanto a Amazônia é desmatada. A resposta veio de imediato, estou na lama que você nunca viu. A frase simbolizou o tom adotado pelo apresentador, que defendeu a legitimidade de mostrar a realidade local no local, argumentando que críticas à distância não resolvem os problemas estruturais da região.
Durante e após a jornada, Richard fez duras críticas a setores do ambientalismo que, segundo ele, ignoram as necessidades das populações amazônicas. Para o biólogo, abraçar uma árvore não salva a floresta se não houver políticas de manejo sustentável que gerem renda, presença do Estado e fiscalização efetiva. Ele sustentou que dar valor econômico à floresta por meio de exploração controlada pode ser um caminho para preservar e, ao mesmo tempo, garantir dignidade às comunidades que vivem ali.
Outro ponto central do discurso foi o foco nas pessoas. Richard destacou que a Amazônia não é composta apenas por árvores e animais, mas também por milhões de brasileiros que enfrentam isolamento histórico, ausência de serviços básicos e dificuldades de mobilidade. Ao visitar áreas de ocupação no sul do Pará, como o assentamento Vila São Francisco, ele mostrou a rotina de famílias que dependem da terra para sobreviver e que, segundo ele, raramente aparecem nos grandes debates nacionais.


























O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Ibanez Monteiro, teve a maior remuneração registrada no último mês.
Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, o contracheque bruto foi de R$ 384.954,59 com subsídio, direitos pessoais, eventuais e indenizações.
Após descontos ele levou R$ 354.558,65 líquido, valor equivalente a 237 salários mínimos.







A Polícia Federal (PF) identificou que a empresa Liga Engenharia recebeu R$ 190,5 milhões no âmbito de um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares em Pernambuco. f.mtr.cool/appppunxfc















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