“SE O SUPREMO AUTORIZAR, ENTREGAMOS AMANHÃ!” A máscara caiu! Flávio Dino acaba de admitir que TODAS as imagens do 8 de janeiro estão guardadas e nunca foram destruídas, desmentindo a narrativa de 2 anos usada para condenar centenas de brasileiros sem provas completas. Por que esconderam mais de 100 câmeras enquanto famílias eram destruídas? O que tem nesses vídeos que Moraes e o governo não querem que você veja? A injustiça foi comprovada pelas próprias palavras deles e o sistema está em choque com essa revelação bombástica! Confira todos os detalhes e o vídeo da confissão que está fixado no primeiro comentário!
https://dailylikenews24.com/.../se-o-supremo-autorizar.../ Justiça | A Defensoria Pública da União (DPU) afirmou que o ministro Alexandre de Moraes violou a Constituição Federal ao impedir que Eduardo Tagliaferro escolhesse novos advogados de sua confiança antes de nomear defensores públicos no processo.
Segundo a DPU, Moraes descumpriu o artigo 5º, inciso LV, da Constituição, que garante o contraditório e a ampla defesa, além de dispositivos do Código de Processo Penal. A Defensoria pediu a anulação dos atos praticados após a nomeação dos defensores, alegando nulidade absoluta.
A manifestação da DPU foi protocolada no Supremo Tribunal Federal e ganha destaque por ser um órgão público federal questionando formalmente uma decisão de Moraes em processo que envolve Tagliaferro.
A coluna de Paulo Cappelli revela que a DPU considera que Tagliaferro não teve oportunidade de manifestar-se sobre a escolha dos advogados, o que configuraria violação direta ao devido processo legal.
Fonte: DPU e Metrópoles. 16 de abril de 2026.
Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, conhecido pelo caso dos “Canibais de Garanhuns”, cumpre pena por um crime ocorrido em 2012 e atualmente atua como pastor evangélico dentro da Penitenciária Barreto Campelo, em Pernambuco.
Segundo relatos e registros dentro da unidade, ele afirma ter passado por uma conversão religiosa e participa de cultos, citando versículos bíblicos e atuando em atividades religiosas com outros detentos.
Apesar de ter direito à progressão de regime, que poderia permitir o cumprimento da pena em prisão domiciliar, ele optou por permanecer preso. Em declarações anteriores, afirmou que teme sair e voltar a cometer crimes, além de também ter medo de sofrer represálias fora da prisão.
A defesa também já apresentou pedido de prisão domiciliar humanitária, alegando que ele possui problemas graves de saúde, incluindo cegueira total causada por glaucoma e diagnóstico de esquizofrenia, quadro considerado incompatível com o sistema prisional.
O caso segue sendo um dos mais marcantes da história criminal brasileira, tanto pela brutalidade dos crimes quanto pelos desdobramentos envolvendo a situação atual do condenado.
CIDADÃO HONESTO, COM MAIS DE 60 ANOS, CHONHECEU O QUE É VIVER EM LIBERDADE E SEGURANÇA, POR ISTO NÃO QUEREM BANDIDOS NO PODER!
JAGUNÇO DE MORAES
Em 2016, o delegado da PF Marcelo Ivo de Carvalho atropelou e matou um trabalhador em uma rodovia em Sorocaba, interior de SP.
Fo preso? Não.
Perdeu o cargo? Não.
No governo PT, gente assim só cresce.
Foi ele o jagunço no encalço da família de Ramagem nos EUA.
Um homem muçulmano tentou estuprar uma garota de 14 anos.
Ao ser capturado, ele afirmou: "De acordo com a lei da sharia, estuprar uma garota não muçulmana é legal. Eu estou seguindo Alá e a lei da sharia".
Para ser claro, eu odeio o Islã.
Mesmo correndo o risco de causar polêmica, eu digo: vamos aprovar uma lei proibindo o Islã no Japão!
Segurança/nicolas Ferreira em evento. E o final é inacreditável. Era uma tarde de Outubro em Belo Horizonte, o tipo de tarde que o brasileiro do Centro-Oeste conhece bem, aquele calor seco que racha o lábio, que faz com que a calçada queimar através da sola do ténis, que deixa o ar pesado e trémulo no horizonte.
Mas ninguém na multidão parecia importar-se com o calor. Ninguém tinha ido até ali para ficar confortável. tinham ido porque sentiam que precisavam de lá estar, porque havia algo naquele dia que puxava as pessoas como uma força que não se discute, não se questiona, só se obedece. Desde as primeiras horas da manhã, muito antes do sol rachar o céu, as ruas em redor da Praça da Liberdade já começavam a encher.
Vieram de autocarro lotado, apertados uns nos outros, mal conseguindo respirar, mas cantando. Vieram à boleia quatro, cinco pessoas numa Uno 98, que mal subia a rampa, mas chegou. Vieram de moto, de bicicleta, alguns a pé, tendo caminhado mais de uma hora desde o ponto de autocarro, mais próximo, porque o centro estava completamente tomado.
Famílias inteiras faziam um piquenique nas calçadas aguardando o horário. Mães com crianças pequenas no colo, o rosto do filho pintado com as cores do Brasil, pais que tinham acordado os filhos adolescentes às 5 da manhã. levanta-se que hoje é dia de história. E os filhos, que normalmente queixavam-se de tudo, não se queixavam de nada.
Foram idosos que mal conseguiam andar, estavam ali apoiados em bengalas, em andadores, no braço do neto. Um senhor de 82 anos, o senhor António, tinha vindo de Nova Lima com a filha. Ele usava uma boina verde e amarela e transportava com as duas mãos uma faixa escrita à mão com tinta azul. Eu acreditei quando ninguém acreditava...
Leia mais no primeiro comentário
A Polícia Federal voltou a prender, nesta sexta-feira, 17 de abril, Marco Alexandre Machado de Araújo, de 56 anos, dentro da própria casa, em Uberlândia, para o cumprimento de uma pena de 14 anos de prisão.
Um homem que já estava em prisão domiciliar, monitorado, sob acompanhamento médico, autorizado pela própria Justiça por apresentar um quadro clínico grave. Ainda assim, foi arrancado novamente e devolvido ao sistema prisional.
Marco Alexandre passou quase dois anos encarcerado sem denúncia formal, sem acusação estruturada, sem julgamento e sem condenação. DOIS ANOS ESQUECIDO DENTRO DE UMA CELA!!!
Dois anos sendo destruído e sua mente não resistiu. Confusão mental, desorientação, perda de lucidez. Foi parar em uma ala psiquiátrica, submetido a medicações pesadas. Um ser humano reduzido ao extremo dentro de um sistema que deveria garantir justiça e não aniquilar pessoas.
Mesmo depois de tudo isso, mesmo com laudos médicos, mesmo após um ano em casa tentando sobreviver, tentando se reerguer - ele está sendo levado de volta.De volta para o lugar que o levou à loucura.
O grito de Marco Alexandre é de alguém que perdeu tudo - família, saúde, dignidade.
Um homem que se apresentou voluntariamente, que tentou provar sua inocência, que confiou no sistema - e foi esmagado por ele.
Pai de quatro filhos, uma criança pequena que mal pôde acompanhar crescer. E agora? Agora ele volta, como se nada disso importasse.
Cadê a humanidade desse país?Cadê o limite?
O que está acontecendo no Brasil não pode mais ser tratado como normal. Pessoas comuns, sem poder, sem proteção, estão sendo destruídas em nome de decisões que ignoram completamente o impacto humano.
Isso não é justiça, isso é ditadura!
LIBERTEM OS PRESOS POLÍTICOS!!
Uma suposta declaração envolvendo a nadadora australiana Mollie O'Callaghan e a atleta trans Lia Thomas tem circulado nas redes sociais, provocando forte repercussão e debates acalorados.
O conteúdo atribui a O’Callaghan uma fala dura sobre a possível participação de Lia Thomas em competições futuras, incluindo as Olimpíadas de 2028. No entanto, até o momento, não há confirmação confiável de que essa declaração tenha sido feita publicamente pela atleta em fontes oficiais ou veículos de imprensa reconhecidos.
O tema, por outro lado, é real e amplamente debatido.
A World Aquatics (antiga FINA) já estabeleceu regras específicas para participação de atletas trans em competições femininas, restringindo a elegibilidade com base em critérios biológicos e de desenvolvimento. Essas decisões geraram discussões globais envolvendo inclusão, justiça esportiva e critérios científicos.
Especialistas destacam que esse é um dos debates mais complexos do esporte atual, envolvendo:
princípios de inclusão e direitos individuais
critérios de desempenho e equidade competitiva
e decisões regulatórias em constante revisão
A circulação de falas não verificadas acaba ampliando ainda mais a polarização, dificultando um debate baseado em fatos.
No centro da discussão, permanece um desafio sem solução simples: como equilibrar inclusão e justiça no esporte de alto rendimento.

EM BUSCA DE AUTO PROMOÇÃO NAS REDES SOCIAIS VEREADOR TENTA HUMILHAR PM !PORÉM PACIÊNCIA TEVE LIMITE!
O episódio envolvendo a prisão do vereador Fabrício Rosa (PT) levanta um debate necessário sobre os limites da atuação parlamentar e o respeito às instituições de segurança. Embora o mandato confira representatividade, ele não deve servir como um "escudo" para o descumprimento de ordens legais ou para o desrespeito a agentes que estão no exercício de sua função.
A conduta de tentar furar um bloqueio policial e, supostamente, proferir ofensas aos oficiais, transgride o exemplo que se espera de um homem público. O parlamentar, como criador e fiscalizador de leis, deveria ser o primeiro a zelar pelo cumprimento das normas de convivência e pela hierarquia das forças de segurança. Quando um representante do povo utiliza sua posição para confrontar a autoridade policial de forma agressiva, ele não apenas compromete a ordem no local, mas também enfraquece o princípio da autoridade que sustenta o próprio Estado de Direito.
Manifestações políticas são legítimas, mas perdem sua força moral quando se transformam em palanque para o desrespeito. A imunidade ou o cargo não dão salvo-conduto para a desobediência civil seletiva. Em um momento onde a sociedade clama por equilíbrio e diálogo, a postura de confronto direto contra policiais em serviço serve apenas para acirrar ânimos e desviar o foco das causas sociais que o próprio vereador afirma defender.
Gostaria de ver como as autoridades da Câmara Municipal de Goiânia ou o diretório do partido se posicionaram oficialmente sobre o caso?
A PM REAGIU COM DISCIPLINA E CARINHO ! ESTÃO DE PARABÉNS PELA CONDUTA ! #EticaNaPolitica
Focadas no apoio às forças de segurança:
Focadas no caso específico e política:
Quando já não havia mais opções terapêuticas e a expectativa de vida era extremamente curta, Vamberto Luiz de Castro entrou para a história da medicina brasileira. Em estado paliativo, ele se tornou o primeiro paciente do país a receber a terapia genética CAR-T Cell, um tratamento experimental de alta complexidade.
O procedimento foi realizado em Ribeirão Preto, onde médicos coletaram células do sistema imunológico do próprio paciente. Essas células foram geneticamente modificadas em laboratório para reconhecer e atacar o câncer com precisão, sendo posteriormente reinfundidas no organismo.
Fonte: Enfim, Ciência











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