NO BRASIL A JUSTIÇA IMITA A ARTE DE LADRAR
A Polícia Federal apreendeu, na manhã desta quinta-feira (24), quase R$ 3 milhões de reais, em dinheiro vivo, na casa do desembargador aposentado, Júlio Roberto Siqueira Cardoso
O magistrado foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a Operação Ultima Ratio, que investiga um suposto esquema de compra de sentenças judiciais
O G1 entrou em contato com o gabinete de cada desembargador investigado e recebeu a informação que nenhum detalhe sobre o caso, inclusive os contatos da defesa, seriam repassados
Pela imagem é possível ver notas de R$ 50, R$ 100, R$ 200 e até mesmo dólares. O G1 apurou que além do dinheiro, também foram apreendidos na residência documentos, mídias, computadores e celulares
Ao todo, foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande/MS, Brasília/DF, Cuiabá/MT e São Paulo/SP, além de medidas como afastamento da função pública, monitoramento eletrônico dos investigados e outras cautelares
Fonte: G1
FICO FELIZ, QUANDO VEJO O CARA CAIR EM SI, PERCEBER QUE ERROU E PARAR DE COMETER ERROS, AFINAL BRIGAS NO TRANSITO, NÃO LEVA A NADA NÉ?
"VOCÊ NÃO TEM VERGONHA DE PRESTAR CONTINÊNCIA PARA UM LADRÃO?" O clima esquentou na Comissão de Defesa após o Comandante da Marinha tentar cobrar emendas de deputados para cobrir o buraco do sucateamento causado pelo governo Lula. A resposta foi implacável: enquanto Janja e Lula gastam quase R$ 1 bilhão em viagens de luxo, as Forças Armadas mendigam por carros de 2009. A desmoralização foi total quando expuseram as medalhas dadas ao 'Capitão Cueca' e a Randolfe Rodrigues. Quer ver o onde o comandante é colocado contra a parede e a farsa do desgoverno é revelada? O link está no primeiro comentário!
https://dailylikenews24.com/.../ser-indicado-do-lula-e.../
O episódio envolvendo Marcel van Hattem e o general Emílio Vanderlei Ribeiro não é um detalhe menor de bastidor — é um sintoma claro de desvio institucional que precisa ser tratado com seriedade.
Um oficial-general da ativa não pode, em hipótese alguma, abordar um parlamentar dentro do Congresso Nacional para confrontá-lo por uma fala política. Isso não é “defesa de honra”. Isso é quebra de hierarquia institucional.
O Congresso é, por definição constitucional, espaço de livre manifestação política. A imunidade parlamentar existe justamente para garantir que críticas — inclusive duras, ácidas e desconfortáveis — possam ser feitas sem qualquer tipo de pressão externa, especialmente por agentes armados do Estado. Quando um general atravessa essa linha, o problema deixa de ser pessoal e passa a ser estrutural.
O argumento implícito na fala “meu comandante não é frouxo” revela algo ainda mais preocupante: a tentativa de trazer uma lógica corporativa militar para dentro do ambiente político. E isso é incompatível com a democracia. Forças Armadas não têm “lado” no debate político. Não respondem a críticas públicas com confrontos diretos. Respondem com disciplina, silêncio institucional e, quando necessário, canais formais.
A atitude relatada também expõe um risco clássico: o uso simbólico da farda como instrumento de pressão. Mesmo sem ameaça explícita, o peso institucional de um general não é neutro. A simples abordagem já carrega um componente intimidatório, especialmente quando direcionada a um parlamentar em exercício.
Outro ponto que não pode ser ignorado: se esse tipo de comportamento se normaliza, o precedente é perigoso. Hoje é uma abordagem verbal. Amanhã pode ser algo mais grave. Democracias não se rompem de uma vez — elas se desgastam quando limites básicos deixam de ser respeitados.
Isso não significa blindar políticos de críticas. Pelo contrário. Parlamentares devem ser confrontados — mas no campo político, por outros atores políticos, com argumentos, votos e opinião pública. Nunca por meio de pressão direta de agentes militares.
Se confirmados os fatos, a consequência lógica é a abertura de procedimento disciplinar rigoroso. Não por revanchismo, mas para preservar um princípio essencial: militares não fazem política, e muito menos pressionam representantes eleitos dentro da casa do povo.
O ponto central é simples e objetivo: quando um general tenta enquadrar um deputado por suas palavras, quem está sendo testada não é a honra de um comandante — é a solidez das instituições. E esse tipo de teste não pode ser ignorado.
"O JOGO VIROU E A CASA CAIU! VOCÊS VAI PERDER O MANDATO!" Lindbergh Farias e Soraya Thronicke estão prestes a ser condenados no Conselho de Ética após acusações mentirosas contra adversários para esconder os escândalos da família do desgoverno. Enquanto o petista tenta se salvar de um processo por violação de decoro, a senadora Soraya foi flagrada implorando favores políticos em sabatina, mostrando o desespero de quem traiu e ficou sem saída. Até Randolfe Rodrigues já fala em impeachment de ministros após perder o apoio do povo! Quer ver o do momento em que a máscara deles caiu e os detalhes da cassação? Confira no primeiro comentário!
Escândalo no STF! Quatro ministros foram pegos tramando pelas costas de André Mendonça em uma reunião privada com o líder do Senado. O objetivo é criar uma "lupa de desconfiança" sobre o relator de casos que tiram o sono do Palácio do Planalto. Enquanto o país enfrenta crises, a elite jurídica se preocupa em como proteger aliados e silenciar vozes dissonantes dentro da própria corte. A opinião pública, no entanto, já sabe muito bem para onde olhar e quem realmente merece desconfiança. Estamos diante de um dos momentos mais sombrios da história recente do Judiciário. Não deixe que essa notícia seja abafada pelos grandes meios de comunicação. Confira a reportagem bombástica e todos os detalhes exclusivos clicando no link abaixo.
Investigação | Mensagens extraídas do celular de João Gabriel de Melo Yamawaki, apontado como operador financeiro do PCC e suspeito de articular o “núcleo político” da facção, mostram o envio de quantias milionárias em espécie para o empresário goiano Adair Antônio de Freitas Meira, em Brasília.
O dinheiro era transportado principalmente por helicópteros fretados por Yamawaki. O esquema envolvia a fintech 4TBANK: Meira pagava boletos para a empresa e recebia os valores de volta em dinheiro vivo, supostamente para lavar recursos e dificultar o rastreamento.
Entre os valores citados nas conversas estão R$ 100 mil (outubro de 2021), R$ 1,38 milhão (dezembro de 2021), R$ 570 mil e R$ 2,5 milhões. As mensagens foram analisadas pela Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes de Mogi das Cruzes e cruzadas com relatórios do Coaf.
Os indícios fazem parte da Operação Contaminatio, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo em 27 de abril. A investigação pede a prisão de Yamawaki, Meira e outras quatro pessoas.
Fonte: Polícia Civil de São Paulo. 02 mai. 26.
O presidente do TST declarou publicamente: “nós, vermelhos, temos causa.”
A LOMAN é clara: magistrado não exerce atividade político-partidária. Não é sugestão. É vedação.
Estamos falando do presidente do tribunal que julga os conflitos trabalhistas de 215 milhões de brasileiros. Todos merecem um árbitro neutro, não um militante com toga.
Quando a cúpula da Justiça do Trabalho se declara “vermelha”, não se trata de um deslize, mas de uma confissão. A Constituição não é opcional. O CNJ precisa agir com rigor e sem concessões.
Presidente do TST admite viés ideológico na Justiça do Trabalho.
“Nós, vermelhos, temos causa”, disse o ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho em evento no 1º de maio.
Se juízes têm “lado”, onde fica a imparcialidade?
Decidem pela lei ou por militância?
A legítima defesa é considerada um direito fundamental e universal, com raízes no direito natural (a autoproteção), reconhecido em quase todas as legislações mundiais.
O artigo 23 do Código Penal Brasileiro estabelece as excludentes de ilicitude, definindo que não há crime quando o agente pratica o fato em estado de necessidade, legítima defesa, ou em estrito cumprimento de dever legal/exercício regular de direito. Nesses casos, a conduta, embora típica, não é considerada ilícita.
Homens brancos ingleses na Inglaterra sendo caçados por gangues muçulmanas.
Silêncio total de políticos e mídia tradicional - só imagine se os papéis fossem invertidos - você estaria ouvindo sobre isso 24/7
Uma garota branca corajosa com marias-chiquinhas é atacada por uma marginal mulher na rua. Ela não foge. Ela não chora. Ela derruba a agressora, monta por cima e começa a dar porrada como se fosse pessoal. Guerreira absoluta. E aí? Chocante! Quem poderia ter previsto isso? O resto da matilha (4-5 ao todo) avança como se fosse hora de se alimentar. Puxões de cabelo, chutes, modo turba total contra uma garota sozinha que já estava vencendo a briga justa. Diversidade é nossa força… especialmente quando é 5 contra 1 e a lutadora solo é branca. Covardes continuam covardes. Animais de matilha continuam animais de matilha. Respeito total à garota que lutou como uma campeã contra as probabilidades. O resto? Patético.
Estamos inundando a Europa e o mundo inteiro com muçulmanos que ainda realizam “testes de adultério”, um homem pressiona uma peça de metal em brasa na língua de uma mulher. Se queimar, ela é culpada.
A punição? Apedrejamento até a morte.
O que poderia possivelmente dar errado?
Uma câmera de segurança registrou dois acidentes no mesmo ponto da Rua Doutor José Monteiro da Silva, no bairro Pratinha, em Mimoso do Sul, no Sul do Espírito Santo.
Veja mais: leia.ag/aps0Zl/rdx
Pois é..., neste caso, a prefeitura é a culpada! ai as vitimas terão de entrar na justiça, ocorre que quando é contra o estado, é causa perdida, pois mesmo que ganhe, eles tem advogados nos cabides de empregos e podem recorrer até a ultima intacia, nós já assistimos este filme!


















































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