A imprensa brasileira não cobre esse depoimento porque foi cúmplice de todos os abusos “em nome da ciência”. As nossas liberdades foram esmagadas por um projeto de poder e pelo enriquecimento pessoal de uma corja.
Para transformar todas as mentiras em verdades basta ter um bom marqueteiro pago a peso de ouro.
MINISTRO DA JUSTIÇA DO EX-PRESIDIÁRIO CONFIRMA 100
ANOS DE SIGILO P OS NOMES
DOS VISITANTES QUE FORAM VISITAR VORCARO ENQUANTO ELE
ESTAVA PRESO NA POLÍCIA FEDERAL.
QUAL SERÁ (ÃO) O NOME (S) Q
QUEREM PROTEGER ?
ESSE DESGOVERNO ESCANCARA
A PROTEÇÃO A MARGINAIS DO COLARINHO BRANCO.
O EXÉRCITO DE CABOS ELEITORAIS EM ESTATAL DO GOVERNO LULA 


"MEU DEUS, EU SABIA QUE MINHA VIDA CORRIA PERIGO!" Poucos minutos após desabafar ao vivo na internet sobre ameaças por terras, Alzira do Agro foi friamente executada com um tiro na nuca em uma estrada de terra. A polícia falava em crime agrário, mas a prisão de um amante influente do Espírito Santo disfarçada de blitz revelou uma trama macabra com ameaças da esposa e até suspeita de policiais envolvidos. O que realmente tentam abafar nessa história?
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Imagine ser forçado a cavar a própria s3pultura sabendo que talvez não saísse dali com vida. Essa foi a realidade enfrentada por Joyce Hellen, de 15 anos, e Maria Eduarda, de 17, em um dos crimes mais brut4is registrados no Piauí.
O caso aconteceu em março de 2021, em Timon. Segundo a Polícia Civil, as duas adolescentes passaram a ser perseguidas por integrantes de uma f4cção crimin0sa que atuava na região onde moravam.
As investigações apontaram que Joyce aparecia em fotos fazendo gestos associados a grupos rivais. Já Maria mantinha contato com pessoas ligadas à organização e chegou a morar por alguns dias com duas mulheres investigadas. Entre elas estava uma suspeita de comandar o chamado "tribunal do crim3", que, conforme a polícia, teria ordenado a m0rte das duas jovens.
Sob o pretexto de uma conversa, Joyce e Maria foram levadas até uma área de mata. Lá, tiveram os celulares analisados pelos crimin0sos, que encontraram mensagens interpretadas como indícios de ligação com um grupo rival e também passaram a acusá-las de esconder informações sobre outro crime ocorrido dias antes.
Durante o chamado "tribun4l do crim3", as adolescentes foram humilhadas, agr3didas e obrigadas a cavar a própria cova. Um vídeo registrado pelos próprios crimin0sos mostrou parte da ação e causou enorme comoção em todo o país.
Outro detalhe que revoltou a população foi a presença de um bebê durante o crim3. Segundo a investigação, uma das mulheres envolvidas levou a criança para o local, onde ela permaneceu enquanto toda a vi0lência acontecia.
Ao concluir o inquérito, a Polícia Civil afirmou que Joyce e Maria não integravam nenhuma f4cção crimin0sa. As investigações indicaram que elas acabaram sendo vítimas por manter contato com pessoas ligadas ao mundo do crim3.
"O RIO NÃO AGUENTA MAIS TANTO MEDO!" Uma tarde de domingo virou cenário de guerra na Zona Norte do Rio quando cerca de 100 homens armados tentaram invadir o Complexo de Israel, transformando a Avenida Brasil em um verdadeiro tiroteio ao vivo, deixando motoristas em pavor e famílias no chão enquanto a briga entre CV e TCP pelo controle da região pegava fogo de vez! O detalhe mais impressionante é que essa invasão foi orquestrada após vazarem áudios e trocas de comando que acenderam o alerta máximo entre as facções.
"MEU DEUS, ELES ESTÃO USANDO DRONES COM BOMBAS E INVADINDO TUDO!" Guerra sem fim na Zona Norte e na Baixada deixa moradores em pânico após o avanço do Peixão sobre o Dourado e a Tinta, com alvos traçados no Quitungo e até na histórica comunidade da Beira-Mar de Fernandinho! O uso inédito de explosivos aéreos atingiu civis, espalhou a revolta e deixou o clima tenso perto do aeroporto. Será que o mapa do crime vai mudar de vez?
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), apresentou nesta sexta-feira (24) a primeira denúncia decorrente da Operação Perfidus. A ação tem como alvos o delegado Braz Morroni e os agentes de investigação Everton Aires e Eduardo do Egito, que permanecem presos no Presídio Especial do Valentina.
De acordo com a denúncia, os três integrariam uma “organização criminosa com particulares intrinsecamente ligados ao narcotráfico”.
Conforme o Gaeco, “o grupo operava estruturado sob rígidos moldes empresariais, dedicando-se não apenas à apropriação e à mercancia de entorpecentes, mas também a uma complexa engenharia de lavagem de capitais”.
O Ministério Público afirma ainda que “para alcançar tamanho sucesso operacional e profissionalização, a engrenagem delitiva alicerçava-se – pelo menos – em três pilares fundamentais: a subtração indevida de substâncias ilícitas mediante o abuso do aparato estatal; o controle logístico integrado a redes de narcotráfico; e, por fim, a pulverização patrimonial por intermédio de pessoas jurídicas e contas de passagem”.
Na denúncia, Braz Morroni, Everton Aires e Eduardo do Egito respondem pelos crimes de furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documentos públicos e fraude processual majorada.
Além da condenação criminal, o Ministério Público requereu o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, bem como a perda dos cargos públicos ocupados pelos denunciados.
"MEU DEUS, ELE ERA MEU AMIGO DE INFÂNCIA E FEZ ISSO COMIGO!" O empresário Marcelo tinha uma vida de sucesso, ajudava crianças com câncer e parecia ter tudo, mas guardava um segredo que custou sua vida. Ele confiava no próprio amigo de infância, sem imaginar que o homem que frequentava sua casa usaria seu segredo para extorqui-lo e planejar uma armadilha fatal. O crime chocou a polícia por detalhes perturbadores e pela crueldade no cativeiro, onde a vida do empresário foi selada de forma inacreditável.
"MEU DEUS, EU PRECISEI ESCONDER ISSO A QUALQUER CUSTO!" O dono de uma famosa sorveteria no Chile levava uma vida aparentemente perfeita como pai de família exemplar, até que um cachorro de rua encontrou algo estarrecedor no meio da calçada. A polícia começou a puxar o fio de um mistério perturbador que envolveu um jovem de 21 anos, encontros secretos em motéis, o uso de freezers industriais para congelar a verdade e uma tentativa desesperada de apagar um segredo sombrio. Quando as autoridades finalmente bateram à sua porta, o desfecho dentro do estabelecimento chocou o país inteiro.
“MEU DEUS, FOI UM TIROTEIO SEM FIM NA AVENIDA BRASIL!” O pânico tomou conta da via expressa mais famosa do Rio quando uma abordagem de rotina terminou em uma perseguição alucinante e troca de tiros no meio do trânsito! Quatro homens acabaram mortos e um policial infelizmente não resistiu, enquanto um arsenal de fuzis e coletes foi apreendido no local. Mas o que ninguém esperava é que os suspeitos carregavam nomes de peso do crime organizado e seguiam para uma missão secreta na Zona Oeste!
A Polícia Civil da Bahia identificou uma possível motivação para o assassinato da influenciadora Ulissias Marcelli Couto Flores Cardial, de 30 anos, e de seu marido, Vinicius Souza de Carvalho, de 28, mortos a tiros em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. Segundo informações obtidas pelo jornal Correio e divulgadas por outros veículos, o casal teria sido executado por integrantes de uma facção criminosa após comercializar drogas sintéticas adquiridas de um fornecedor não autorizado pela organização que controla o tráfico na região.
De acordo com a apuração, Ulissias e Vinicius atuariam na venda de drogas sintéticas por meio de um esquema de delivery e mantinham um acordo para revender apenas entorpecentes fornecidos pela facção. No entanto, diante da falta desse tipo de droga, o casal teria recorrido a outro fornecedor, sem autorização do grupo criminoso, o que teria motivado a execução, conforme a linha de investigação.
Os corpos das vítimas foram encontrados em uma estrada vicinal no distrito de Vera Cruz, em Porto Seguro, com marcas de disparos de arma de fogo. Inicialmente, a Polícia Civil informou apenas que investigava autoria e motivação do crime. Com o avanço das investigações, a hipótese envolvendo o tráfico de drogas passou a ser considerada a principal pela equipe responsável pelo caso.
Ulissias era conhecida nas redes sociais, onde compartilhava conteúdos sobre motociclismo, eventos e apresentações artísticas como fire performer. A influenciadora também havia sido anunciada como uma das apresentadoras de um festival que seria realizado poucos dias após sua morte. A investigação continua para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do duplo homicídio.
Vídeos divulgados pelo ex-secretário da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), delegado Felipe Curi, revelam um cenário que preocupa as autoridades. As imagens mostram dezenas de criminosos do Comando Vermelho (CV), armados com fuzis, participando de um treinamento conhecido como "1º Aulão de Drone", realizado no Complexo da Penha, na Zona Norte da capital.
Além dos vídeos, Curi apresentou uma convocação publicada nas redes sociais que chamava integrantes da facção para participar da atividade. Segundo ele, a Polícia já monitorava a movimentação antes mesmo da divulgação das imagens.
"O faro policial a gente não perde nunca. Identificamos o convite nas redes sociais e acompanhamos toda a movimentação. O treinamento acabou sendo adiado por causa do tempo, mas os participantes já estavam reunidos. As imagens agora comprovam o que já havíamos identificado", afirmou.
As investigações apontam que os drones passaram a desempenhar um papel estratégico nas ações da facção. Além de monitorar áreas controladas pelo grupo, os equipamentos estariam sendo modificados para transportar e lançar granadas e outros explosivos contra facções rivais e operações policiais, ampliando significativamente o poder ofensivo do crime organizado.

























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