Caiado encontra Flávio Dino: tirem suas conclusões.
Essa é a "alternativa" para a direita?
Marquem o candidato pra ele SABER que a direita está de olho nele.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um jovem durante uma refeição em uma unidade do McDonald’s exibindo um cartão do Bolsa Família e provocando trabalhadores.
Na gravação, ele afirma estar “luxando com o dinheiro de vocês” e diz aos trabalhadores: “Trabalha mais daí, que eu como mais daqui.”
O jovem ainda pede para que os trabalhadores “fiquem de boa”. A atitude gerou revolta e críticas nas redes sociais.
A presença relatada de grupos arm4dos colombianos dentro do território brasileiro acendeu um alerta grave na fronteira e levanta uma pergunta inevitável: de que vale falar tanto em soberania nacional se comunidades brasileiras precisam abandonar suas casas por medo de homens arm4dos vindos de outro país?
Segundo denúncia encaminhada por organizações indígenas às autoridades, guerrilheiros passaram a circular por comunidades de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Lideranças locais estimam que o grupo possa reunir cerca de 2 mil homens, embora esse número ainda não tenha sido confirmado oficialmente pelas Forças Arm4das.
Os relatos são preocupantes. Indígenas afirmam que homens armados têm intimidado moradores, restringido o acesso aos roçados e feito am3aças com arm4s de fogo. Uma liderança da comunidade de Cunurí teria sido levada pelo grupo e obrigada a servir como guia durante cinco dias. Moradores de algumas localidades já começaram a fugir para áreas consideradas mais seguras.
As comunidades Rio Castanho, Cachoeira Comprida, Cunurí, São Filipe e Morro de Beija-Flor estão entre as citadas nos relatos. Segundo uma liderança ouvida pelo UOL, em determinados locais os homens teriam ordenado até o desligamento da internet Starlink, dificultando a comunicação com o restante do país.
O Ministério Público Federal abriu inquérito civil e recomendou atuação urgente do Exército, da Marinha, da FAB e da Polícia Federal, cobrando patrulhamento, fiscalização e proteção territorial. O Exército afirmou que acompanha a situação e mantém ações de reconhecimento e vigilância na faixa de fronteira.
O episódio expõe uma fragilidade que não pode ser tratada como problema distante da Amazônia. Se grupos estrangeiros armados realmente conseguem entrar no Brasil, intimidar cidadãos, circular por comunidades e provocar deslocamentos, a proteção das fronteiras deixou de ser apenas uma discussão política: tornou-se uma questão concreta de soberania e segurança nacional.
MATOU a GAROTA de PROGRAMA quando DESCOBRIU que era TRANS!
---
"MATOU A GAROTA DE PROGRAMA QUANDO DESCOBRIU QUE ERA TRANS!" A frase choca, mas reflete a realidade brutal que vitimou Riana Alves e Wendy Gabriele. Duas jovens, dois desfechos trágicos, um padrão de violência que aterroriza o Brasil. Riana foi estrangulada dentro de um carro após um programa, enquanto o corpo de Wendy foi encontrado em sua própria casa, sob sinais claros de asfixia. Seriam esses crimes motivados pelo puro ódio? Investigamos os detalhes por trás desses assassinatos, as falhas na justiça e como o preconceito está tirando a vida de quem apenas buscava sobreviver.
Em agosto de 2009, Gabriela Rico Jiménez apareceu visivelmente agitada na frente de um hotel de luxo em Monterrey. Enquanto as câmeras estavam a filmar, ela exigiu sua liberdade e afirmou que foi detida contra a sua vontade.
Entre os seus gritos, mencionou empresários e figuras políticas, falou de assassinatos e afirmou que algumas pessoas poderosas praticaram canibal!$m0. Ela também se referiu a Juan Camilo Mouriño, que morreu em um acidente de avião em 2008.
Gabriela resistiu quando vários agentes tentaram se aproximar dela e finalmente foi detida. A mídia da época apresentou o incidente como uma crise relacionada à sua capacidade mental.
Uma versão mais recente afirma que ela foi entregue ao DIF e transferida para um centro psiquiátrico no bairro de Buenos Aires, em Monterrey. No entanto, não há documentos públicos que permitam a confirmação do que aconteceu com ela depois.
Não há também um relatório público sobre a sua desaparecimento A única coisa confirmada é que gravação perturbadora, e que, após sua detenção, não havia informações verificáveis sobre sua vida.
Antes de ser conhecido como Carlinhos Bolota, Antônio Carlos dos Santos já chamava a atenção das forças de segurança de Bacabal, no Maranhão.
E uma das primeiras histórias envolvendo seu nome aconteceu quando ele ainda era menor de idade.
Em janeiro de 2018, a Polícia Militar recebeu informações de que dois homens estariam planejando uma execução em Bacabal. O alvo era justamente Carlinhos Bolota, que naquele período era apontado como uma liderança jovem no bairro Novo Bacabal.
Os suspeitos foram localizados em Alto Alegre do Maranhão. Com eles, a polícia encontrou drogas, dinheiro, celulares e um revólver calibre .22. A investigação indicava que os dois haviam viajado para preparar o ataque contra Bolota.
Naquele momento, uma coisa já estava clara: ele havia entrado muito cedo em uma realidade marcada por disputas entre grupos criminosos.
No ano seguinte, o nome de Bolota apareceria em investigações ainda mais graves.
Em junho de 2019, Luyan Rogers Frazão dos Santos, de 20 anos, foi assassinado em Bacabal. A investigação apontou Gérson Wellington Silva Alves, conhecido como Neguinho do Lance, e Vinícius Alves Ferreira como envolvidos no crime.
Segundo a polícia, Neguinho teria recebido de Bolota a ordem para executar Luyan. Bolota negou a acusação e chegou a afirmar que estava em casa quando o assassinato aconteceu.
Mas o caso avançou até o Tribunal do Júri.
Em outubro de 2022, Antônio Carlos de Sousa dos Santos, o Carlinhos Bolota, foi condenado pelo assassinato de Luyan. A Justiça do Maranhão registrou que a vítima havia sido morta a tiros e facadas.
Bolota recebeu uma pena de 30 anos e 10 meses de prisão.
E o assassinato de Luyan não era o único episódio que colocava o nome de Bolota no centro das investigações.
Em agosto de 2019, a Polícia Civil havia prendido Bolota e outros suspeitos durante uma investigação sobre a morte de Kauã Vieira Marinho e a tentativa de homicídio contra o irmão dele, Geanderson.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, o grupo era apontado como integrante do PCC.
Dentro do sistema prisional, o nome de Bolota também apareceu em outro processo, relacionado a uma tentativa de homicídio contra um detento em setembro de 2019.
Em 2021, a Justiça decidiu que havia elementos suficientes para que ele e outros acusados fossem levados a julgamento nesse caso.
Enquanto sua ficha criminal crescia, também crescia a imagem que ele construía nas redes sociais.
No próprio Facebook, Bolota utilizava a expressão “matador de polícia”, uma descrição que acabou se tornando uma das marcas associadas ao seu nome.
Depois de passar anos preso, Bolota conseguiu uma saída temporária no período do Dia dos Pais de 2025.
Foi durante esse intervalo que sua história terminou.
Na noite de domingo, 10 de agosto de 2025, Carlinhos Bolota estava no Bar B-13, no bairro Trizidela, em Bacabal.
Dois homens armados e encapuzados entraram no estabelecimento e, segundo as informações divulgadas pela polícia, foram diretamente até ele.
Os homens efetuaram vários disparos de fuzil contra Bolota e fugiram logo depois.
Ele morreu no local.
A execução aconteceu justamente quando estava fora da prisão por uma saída temporária, depois de já ter sido condenado a mais de 30 anos pelo assassinato de Luyan.
A Polícia Civil passou a investigar quem estava por trás da execução e qual teria sido a motivação. Até as informações disponíveis, os responsáveis pelo ataque não haviam sido apresentados oficialmente.
A trajetória de Carlinhos Bolota começou muito antes daquela noite no Bar B-13, e terminou de forma brutal.
Mas, muito antes daquela tarde de dezembro de 2024, o nome que ficou conhecido como “Sementinha” já circulava entre pessoas ligadas ao crime na região.
Aos poucos, o adolescente teria deixado de ser apenas mais um garoto envolvido com pequenos delitos e passado a ocupar um espaço cada vez mais perigoso dentro da criminalidade.
Nas redes sociais, segundo relatos sobre sua trajetória, ele gostava de aparecer exibindo armas e drogas. Aos poucos, “Sementinha” passou a ser associado a um grupo ligado ao Comando Vermelho na região de Esmeraldas.
E havia uma característica que chamava atenção: mesmo sendo muito jovem, Pedro já acumulava registros policiais.
Quando morreu, a polícia informou que ele tinha passagens por roubo, homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e abuso de vulnerável.
Mas foi um episódio envolvendo uma mulher chamada Idalina que fez o nome de Sementinha aparecer associado a uma das histórias mais brutais atribuídas a ele.
Idalina tinha 45 anos e morava no bairro Santa Cecília, em Esmeraldas.
Segundo os relatos que circularam sobre o caso, ela era mãe de um homem envolvido com o crime e não aceitava a vida que o filho levava.
Em algum momento, integrantes da facção passaram a desconfiar que Idalina estaria passando informações para a polícia.
Ela teria sido acusada de ser uma “X9”.
E, dentro da lógica violenta do chamado “tribunal do crime”, essa acusação teria sido suficiente para transformar uma suspeita em uma sentença de morte.
Relatos locais apontam que Idalina foi levada para ser executada e que Sementinha estaria entre os envolvidos.
A mulher teria sido morta, decapitada e, depois, seu corpo foi incendiado.
O detalhe mais perturbador atribuído a Sementinha é que, segundo esses relatos, ele teria rido enquanto o corpo de Idalina era queimado.
E a trajetória dele não terminou muito tempo depois.
Em 6 de dezembro de 2024, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que Sementinha e outro homem estavam escondidos em uma casa no bairro São Pedro.
Quando os policiais chegaram, encontraram uma grande quantidade de drogas sendo preparada para distribuição.
O outro homem conseguiu fugir.
Pedro, segundo o relato da PM, teria recebido ordem para largar a arma, mas não obedeceu.
O adolescente foi atingido por cinco disparos: dois no tórax, dois nas pernas e um na mão. Ele foi socorrido e levado para o Hospital 25 de Maio, em Esmeraldas.
Mas não resistiu.
Na casa, os policiais apreenderam 601 buchas de maconha, 31 pedras de crack, 65 pinos de uma substância semelhante à cocaína, celulares e uma motocicleta roubada.
Pedro tinha 15 anos.





















Nenhum comentário:
Postar um comentário