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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

MISERIA










Miséria

Titãs

Miséria é miséria em qualquer canto
Riquezas são diferentes
Índio, mulato, preto, branco
Miséria é miséria em qualquer canto
Riquezas são diferentes
Miséria é miséria em qualquer canto
Filhos, amigos, amantes, parentes
Riquezas são diferentes
Ninguém sabe falar esperanto
Miséria é miséria em qualquer canto
Todos sabem usar os dentes
Riquezas são diferentes

Miséria é miséria em qualquer canto
Riquezas são diferentes
Miséria é miséria em qualquer canto
Fracos, doentes, aflitos, carentes
Riquezas são diferentes
O Sol não causa mais espanto
Miséria é miséria em qualquer canto
Cores, raças, castas, crenças
Riquezas são diferenças
A morte não causa mais espanto
O Sol não causa mais espanto
A morte não causa mais espanto
O Sol não causa mais espanto
Miséria é miséria em qualquer canto
Riquezas são diferentes
Cores, raças, castas, crenças
Riquezas são diferenças
Índio, mulato, preto, branco
Filhos, amigos, amantes, parentes
Fracos, doentes, aflitos, carentes
Cores, raças, castas, crenças
Em qualquer canto miséria
Riquezas são miséria
Em qualquer canto miséria

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

JUDICIARIO BRASILEIRO, FALA A VERDADE, QUEM ACREDITA?


HERNIA DE DISCO ATINGE MAIS DE 80% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, POR CONTA DISTO O GOVERNO ATRA VEZ DO INSS INVENTOU A TAL DA ALTA PROGRAMADA, O QUE É INCONSTITUCIONAL, MAS CREIA, NÃO VEJO UM REPRESENTANTE DOS ÓRGÃOS JUDICIAIS SE INTERESSANDO POR ISTO, O DIA QUE O POVO SE UNIR, AI APARECEM OS JOAQUINS BARBOZAS DA VIDA PARA PARA TIRAR VANTAGENS ENCIMA DISTO E GANHAR CARGOS!





CUIDADOS COM OS ACIDENTES COM NOSSOS OSSOS!


Entorses, Luxações e Fraturas



         Quedas, pancadas e encontrões podem lesar nossos ossos e articulações (sistema osteoarticular) e provocar entorses, luxações ou fraturas.

       entorses luxacao


Entorses 

Os ossos do esqueleto humano estão unidos uns aos outros pelos músculos e as superfícies de contato são mantidas por meio dos ligamentos. Quando há um movimento brusco, pode ocorrer estiramento e até ruptura dos ligamentos, o que chamamos de entorse.
A vítima de entorse sente dor intensa na articulação afetada, que depois apresenta edema (inchação); se houve rompimento de vasos sanguíneos, a pele da região pode imediatamente apresentar manchas arroxeadas.
Caso no local afetado apareça mancha escura 24 ou 48 horas após o acidente, pode ter havido fratura; procure atendimento médico imediatamente! 
As entorses mais comuns são as de punho, de joelho e tornozelo.
No atendimento a qualquer entorse, deve-se: 
  • Colocar gelo ou compressas frias no local, antes protegendo a parte afetada com um pano limpo ou uma gaze, para evitar geladuras na pele.
  • Imobilizar a articulação afetada por meio do enfaixamento, usando ataduras ou lenços. A imobilização também pode ser a mesma que se faz no caso de fratura fechada.
Depois da imobilização, a vítima deve ser encaminhada para atendimento médico. É importante lembrar que durante algum tempo ela não deve usar a articulação machucada. A aplicação de gelo ou de compressas frias no local, sempre com a pele protegida, precisa continuar nos dias seguintes ao acidente. Adotando esses procedimentos, a recuperação geralmente acontece em uma semana. Isso se não houver outras compliações, como derrame interno, ruptura de ligamentos ou mesmo fratura.


Luxações 

Na luxação, as superfícies articulares deixam de se tocar de forma permanente. É comum ocorrer junto com a luxação uma fratura.
Pricipais sinais e sintomas de luxação: 
  • dor intensa
  • deformação no nível da articulação
  • impossibilidade de movimentos
  • aparecimento de hematoma
O socorrista deve imobilizar a articulação luxada sem, no entando, tentar colocá-la no lugar. Esse tipo de imobilização também se dá da mesma forma que na fratura fechada. Em seguida será necessário encaminhar a vítima para atendimento médico.


Fraturas 

Esse é um tipo de lesão em que ocorre a quebra de um osso. Como nem sempre é fácil identificar uma fratura, o mais recomendável é que as situações de entorse e luxação sejam atendidas como possíveis fraturas.
Sinais e sintomas de fratura: 
  • dor intensa
  • deformação do local afetado, se comparado com a parte normal do corpo
  • incapacidade ou limitação de movimento
  • edema (inchação) no local afetado
  • cor arroxeada no edema se ocorrer rompimento de vasos e acúmulo de sangue sob a pele (hematoma)
  • crepitação, ou seja, sensação de um ruído provocado pelo atrito entre as partes fraturadas do osso, quando se toca o local afetado
A fratura pode ser fechada (interna) ou aberta (exposta).

Fratura fechada: Ocorre quando não há rompimento da pele.
Fratura aberta: A fratura é aberta ou exposta quando o osso perfura a pele. Nesse caso, proteja o ferimento com gaze ou um pano limpo antes de qualquer outro procedimento, para impedir o contato de impurezas que favoreçam uma infecção.
Depois de cobrir o local afetado, procure socorro médico, muito importante nesses casos, pois é necessária a palpação do pulso abaixo da fratura. A providência seguinte é a imobilização.
Procedimentos para imobilizar uma fratura: 
  • Não tente colocar o osso "no lugar". Movimente-o o menos possível e mantenha-o na posição natural, sem causar desconforto para a vítima;
  • Se encontrar resistência no membro fraturado, imobilize-o na posição em que se encontra;
  • Improvise talas com o material disponível no momento (uma revista, caixa de papelão, madeira, galhos de árvore, guarda-chuva, jornal dobrado, etc.). O comprimento das talas deve ultrapassar as articulações acima e abaixo do local da fratura e sustentar o membro atingido;
  • Envolva as talas com panos ou qualquer outro material macio a fim de não ferir a pele;
  • Amarre as talas com tiras de pano em torno do membro fraturado. Não amarre no local da fratura!
Para imobilizar uma perna, é necessário utilizar duas talas longas, que devem atingir o joelho e o tornozelo, de modo a impedir qualquer movimento dessas articulações.
Uma vítima com a perna fraturada não deve caminhar. Se for necessário transportá-la, improvise uma maca e solicite a ajuda de alguém para carregá-la.
Ao imobilizar braços ou pernas, deixe os dedos visíveis, de modo a verificar qualquer alteração. Se estiverem inchados, roxos ou dormentes, as tiras que amarram as talas devem ser afrouxadas. Em alguns casos, como na fratura de antebraço, por exemplo, deve-se providenciar uma tipóia.
Como fazer uma tipóia: 
  • Dobre um lenço em triângulo;
  • Envolva o antebraço da vítima no lenço, prendendo as pontas atrás do pescoço.
As fraturas de clavícula, omoplata ou braço, bem como lesões nas articulações do ombro ou do cotovelo, exigem outro tipo de imobilização.
Para fazer essa imobilização: 
  • Coloque o braço fraturado da vítima na frente do peito;
  • Sustente o braço com um pano triangula, presa atrás da nuca;
  • Em torno do tórax, amarre duas ataduras (ou um pano triangular), para maior firmeza.
Essa manobra de imobilização pode ser improvisada com a roupa da própria vítima e uma atadura circular.

Fraturas especiais
Há casos que exigem cuidados especiais. São as fraturas de coluna, costela, bacia e fêmur.
Sinais e sintomas de fraturas especiais: 
  • Fratura de coluna - dor no local, perda de sensibilidade, formigamento e perda de movimento dos membros (braços e/ou pernas);
  • Fratura de costelas - respiração difícil, dor a cada movimento respiratório;
  • Fratura de bacia ou fêmur - dor no local, dificuldade para movimentar-se e para ficar em pé.
Se houver suspeita de uma dessas fraturas, deve-se: 
  • Manter a vítima imóvel e agasalhada;
  • Observar a respiração e verificar o pulso ou os sinais de circulação;
  • Fazer massagem cardíaca e ventilação boca-a-boca, se considerar necessário;
  • Evitar mexer na posição da vítima e providenciar o rápido transporte par um hospital ou pronto-socorro.
Se houver suspeita de lesão na coluna cervical, é importante que a vítima seja removida deitada e com o pescoço imobilizado. 
Nem sempre é fácil identificar uma fratura. Quando ocorrer um acidente, após prestar os primeiros socorros, o socorrista deve encaminhar a vítima ao médico, que poderá solicitar uma radiografia para confirmar o diagnóstico.
Antes de depois de imobilizar, verifique sempre se há pulso na artéria (essa verificação deve ser feita na extremidade da parte atingida do corpo).

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

os doentes do Brasil!


BRASIL, UM PAÍS DOENTE…

As filas intermináveis e as horas de espera nos hospitais, a demora de muitos meses para o atendimento de especialistas são partes do cotidiano dos trabalhadores e de todo o povo pobre do país.
Laura, uma jovem de 23 anos, passou por cinco hospitais públicos em São Paulo em busca de atendimento. Enquanto passava de um hospital a outro, o coágulo em sua perna se deslocou para o pulmão. Morreu três dias depois no Hospital das Clínicas.
Werley Guimarães caiu do telhado em Brasília (DF). Fraturou várias costelas e entrou em insuficiência respiratória. Necessitava de UTI, mas não havia vagas. A família conseguiu uma liminar na justiça garantindo vaga, mas não adiantou. Werley morreu.
Duas situações
Esses casos ocorreram em Brasília e São Paulo, a capital e a cidade mais rica do Brasil. No restante do país, a situação é muito mais grave. As mortes desnecessárias mostram a face mais brutal do caos na saúde pública. As filas intermináveis e as horas de espera nos hospitais, a demora de muitos meses para o atendimento de especialistas são partes do cotidiano dos trabalhadores e de todo o povo pobre do país.
Mas isso não existe para a elite do país que inclui os grandes empresários, políticos dos grandes partidos e outros. Eles são atendidos rapidamente em hospitais modernos e luxuosos (como o Einstein e o Sírio Libanês, em São Paulo), com especialistas qualificados. Por isso, quando um dos candidatos da oposição de direita ou do bloco governista prometer que tudo será resolvido votando nele, lembre-se disso: eles não precisam da saúde pública. Por isso, a cada ano, a situação fica pior.
Desastre causado pela privatização da saúde
Foi imposto um plano de privatização da saúde no país, sucateando o setor e estimulando os planos privados. Hoje 47,9 milhões de pessoas, 25% da população brasileira, pagam pelos planos de saúde privados. Agora que já conseguiram impor a privatização, esses planos também apresentam enormes problemas, com grandes atrasos nos atendimentos nos hospitais e nas consultas a especialistas. Além disso, ainda “empurram” parte dos pacientes para os já abarrotados hospitais públicos, como nos casos de politraumatizados, pacientes terminais, portadores de HIV e pessoas com transtornos mentais mais severos.
Em julho, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – em geral completamente omissa – suspendeu a comercialização de nada menos do que 268 planos de saúde de 37 operadoras. Isso é mais uma comprovação de que, ao contrário do que afirmam os defensores da privatização do atendimento em saúde,a gestão privada não garante os parâmetros necessários para um bom atendimento em saúde.
A pesquisa IBOPE, de maio de 2012, identificou que, mais uma vez, a saúde é a principal preocupação dos brasileiros. Apesar do apoio popular ao governo Dilma, 66% dos entrevistados desaprovam a política de saúde deste mesmo governo.
O problema do financiamento
A Emenda Constitucional número 29 (EC-29) estava em tramitação no Congresso Nacional há vários anos. Havia várias propostas no Congresso quanto à regulamentação do piso de gastos federais de saúde, sendo a mais conhecida a do senador Tião Viana (PT), que propunha um piso mínimo de gastos federais equivalentes a 10% da receita corrente bruta da federação.
Esta proposta, embora não fosse a ideal, permitiria uma importante injeção de gastos federais no SUS. Estima-se que significaria um aumento de nada mais do que R$ 32,5 bilhões de reais ao ano para a saúde em 2016 (acrescido de correção monetária).
Manobras
A realidade, no entanto, foi bem outra. A Lei Complementar 141 (LC 141), sancionada por Dilma no dia 13 de janeiro, define que o orçamento federal da saúde vai variar de acordo com o crescimento do PIB. Todos sabem que o PIB de 2011 foi de medíocres 2,7%, portanto este é o piso de aumento de gastos federais para a saúde para o próximo orçamento federal.
Para piorar, Dilma conseguiu aprovar a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) para até 2015. A DRU permite ao governo tirar da seguridade social até 20% de seu orçamento, transferindo o dinheiro para itens de maior “preocupação governamental” (em outras palavras, pagamento de juros da dívida pública aos banqueiros nacionais e internacionais, que já come cerca de 47% da receita da federação). Para se ter uma ideia do volume de recursos drenados pela DRU, entre 2005 e 2010 foram 228,7 bilhões de reais!
Mais cortes
Para piorar, o ministro da fazenda, Mantega, já anunciou cortes no orçamento deste ano. No caso da saúde, o corte vai ser de R$ 5 bilhões de reais (num orçamento para a saúde federal de R$ 71 bilhões).
O resultado de tanta luta e expectativa de melhora do financiamento do SUS deu em nada. Apesar das promessas dos candidatos do PT em defesa da saúde, o que temos de fato é a manutenção da mesma política dos governos da direita (PSDB-DEM). Ou seja, privatização e poucas verbas para a saúde pública.
Uma eternidade para fazer uma consulta
Os problemas mais graves apontados pelos brasileiros em relação à saúde são a dificuldade e a demora em conseguir consultas e exames de especialistas, e o atendimento ruim de urgências e emergências. Em São Paulo, pelos dados oficiais (a realidade é muito pior), um morador demora em média 52 dias para conseguir uma consulta. O tempo entre a marcação de um exame simples pedido pelo médico e sua realização é de 64 dias. Se for um exame mais complexo ou uma cirurgia, a demora é de 146 dias! No resto do país, a situação é ainda mais grave.
A única forma de reverter este quadro é com a contratação imediata, por meio de concursos públicos, dos profissionais especialistas em diversas áreas da saúde. Evidentemente, para isso ocorrer, será necessária uma inversão de prioridades das administrações municipais, que precisarão investir mais verbas na saúde. Para isso, é necessário suspender o pagamento da dívida municipal junto ao governo federal e o fim da Lei de Responsabilidade Fiscal, que são entraves para as prefeituras fazerem os gastos necessários com os serviços de saúde e educação que a população necessita.
Com a estatização da saúde e 6% do PIB investido na área, é possível ter uma grande melhora, reduzindo o tempo de espera para as consultas em exames com especialistas para no máximo uma semana. O tempo de espera nos Pronto-Socorros deve ser no máximo de 30 minutos.
A farsa do “controle social”
Um dos princípios do SUS é o da participação social. Este princípio parte da compreensão de que ninguém melhor do que os usuários do sistema para controlá-lo, tanto no sentido de fazer a máquina funcionar melhor como também de que a coletividade pode incidir positivamente no atendimento.
Isso, porém, não existe. As reivindicações populares são abafadas nos conselhos e conferências de saúde, que existem nos três níveis de administração estatal. Para dar apenas dois exemplos, podemos citar a 14ª Conferência Nacional de Saúde, que reuniu mais de três mil delegados no final de 2011. Embora essa conferência tenha se posicionado claramente contra todo tipo de privatização da saúde (seja Organizações Sociais ou outras iniciativas), o Ministério da Saúde sequer cogitou em acatar o posicionamento do “controle social”. Outro exemplo, ainda pior, é que o atual presidente do Conselho Nacional de Saúde, que deveria controlar as ações do Ministério da Saúde, é o Sr. Alexandre Padilha, nada menos do que o próprio ministro da Saúde. Em outras palavras, a concepção de controle social do governo é de que eles mesmos se controlam.
Lucro dos planos de saúde soma R$ 1,27 bi no primeiro trimestre
Com uma queda de 0,7%, o setor de planos de saúde obteve lucro líquido de R$1,27 bilhão no primeiro trimestre. No mesmo período do ano anterior essas empresas haviam registrado um lucro de R$1,28 bilhão. Os dados são de um balanço realizado pela ANS.
Os dados dizem respeito a 724 operadoras de planos de saúde e dental e representam 75% dos 64,4 milhões de beneficiários com convênio médico ou dental em março. No total, o mercado conta com 1 mil operadoras ativas. Mas, de acordo com a agência reguladora, nem todas companhias enviam sistematicamente seus dados econômicos.
De acordo com a pesquisa, a receita bruta do setor aumentou 12%, atingindo R$ 22,4 bilhões. Deste total, R$ 21,9 bilhões são provenientes dos convênios médicos e o restante, de planos odontológicos. Os custos com pagamento para médicos, dentistas, hospitais e clínicas somaram R$ 18 bilhões, o que equivale a uma alta de 16%.
O resultado do setor é reflexo do desempenho das operadoras de planos de saúde, uma vez que o lucro do segmento caiu 2,43% entre janeiro e março, para R$ 1,2 bilhão. Já os planos odontológicos apresentaram um aumento de 75% no resultado final, que somou R$ 70 milhões. Esse resultado não engloba as operadoras de planos dentais com menos de 20 mil beneficiários, que podem enviar seus resultados à ANS apenas no último trimestre do ano.
Na Bradesco Saúde, segunda maior empresa de convênio médico do país, por exemplo, o lucro líquido no primeiro trimestre caiu 25%, ficando em R$ 151 milhões.
O estudo da ANS mostra ainda que, no primeiro trimestre, o endividamento das operadoras de planos de saúde era R$ 3,13 bilhões e das empresas de plano
Publicado em 15 de outubro de 2012 às 14:55.
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