Guerreiros, Demorou, mas saiu!!!! Segue vídeo abordando a suposta fraude nas eleições de 2014. Agradeço o comprometimento de todos vocês e peço... Compartilhem, pois quanto mais pessoas obtiverem conhecimento, mais forte o povo ficará! #MudaBrasil#ForaPT
Ultimamente, temos percebido uma certa inversão de valores quanto aos direitos dos indivíduos, principalmente quando trata-se do ideal de justiça. Os cidadãos desiludidos com o sistema de segurança pública e judiciário brasileiro buscam solução para seus problemas de forma alternativa, criando uma justiça parestatal, que, por vezes, desafia o próprio poder de polícia do Estado.
No artigo Amarrar bandido no poste virou moda,analisamos um fenômeno social que era muito comum nas sociedades mais antigas: o fazer justiça com as próprias mãos. As pessoas não chamam mais a polícia para os ladrões. Elas mesmas pegam o infrator, amarram e aplicam o corretivo na base de pauladas ou chicotadas. Se o poder judiciário não dá conta da bandidagem, o povo pune o infrator a seu modo.
Muita gente, inclusive agentes dos órgãos de segurança pública, aprova este procedimento popular. Independente do senso comum de justiça, o certo é que a competência jurídica para investigar um crime, prender, acusar, julgar e punir seu autor cabe ao Estado. Porém, quando este é omisso ou ineficaz, acarreta o descrédito de todo o sistema.
Enquanto o povo está chicoteando um ladrãozinho amarrado no poste, tudo bem. Mas e agora que resolveram enfrentar a polícia? A moda é tomar o preso das mãos dos policiais. E não interessa se o indivíduo cometeu um crime. Aparece gente de todo lado para evitar que o preso seja conduzido.
Aconteceu um caso deste no dia 18 de setembro de 2014 na Lapa/SP. Os militares faziam operação conjunta com fiscais da prefeitura para combate a venda de produtos pirata. Ao tentar prender um camelô, inicia-se um tumulto. Apenas três policiais em meio a diversos populares, que tentam evitar a prisão do colega de trabalho. Na confusão, um homem tenta tomar o spray de pimenta da mão do policial, que desfere um tiro, causando a morte do jovem.
Engana-se quem acredita que este seja um acontecimento anormal. A atitude da sociedade de não reconhecer o poder policial e tentar evitar prisões tem tornado-se corriqueiro. O caso paulista só ganhou tamanho destaque devido ao desfecho trágico.
Em Divinópolis/MG, durante operação, policiais prendem um traficante e apreendem maconha, crack e dinheiro da venda das drogas. Na hora de levar o jovem para a viatura, homens e mulheres tentam impedir a condução e provocam maior confusão. Inclusive, um deles tenta retirar o instrumento de proteção do policial, bastão de madeira.
Nestes dois casos, os presos continuaram em poder dos policiais. Mas em outras oportunidades, já ocorreu apedrejamento de viaturas, agressões físicas contra os policiais e retomada do preso pelos populares.
Tanto aqueles que amarram o ladrão no poste, quanto estes que enfrentam a polícia para evitar uma prisão, acreditam estar agindo corretamente, baseado em sua concepção de justiça e direitos. Qual será o futuro deste país em que o povo não acredita no sistema judiciário e não respeita nem mesmo a polícia?
= E quem julgaria o impeachment de DIAS TOFFOLI? =
No vale tudo pelo poder, o meu único consolo é que Dilma hoje talvez experimente o gosto amargo de uma vitória que milhões atribuem à fraude, enquanto enfrenta sua própria herança maldita. Governante de menor carisma e popularidade, rejeitada e criticada, ainda tem no encalço a imprensa mundial, que se não zomba, destaca como seu governo levou o Brasil à deriva, com graves problemas estruturais, além da reeleição suspeita de ilegitimidade nas urnas, depois de uma campanha suja sem precedentes.
Some-se a gestão econômica esfacelada, com a pior relação Indústria/PIB desde 1950, os 14 pedidos de Impeachment no Congresso, mais de 50 circulando na internet, protestos tomando as ruas, dois de seus ministros recém CONVOCADOS para deporem, tudo isso faz da Dilma, a antecessora que só ela realmente merece.
Até a parca comemoração de alguns militantes tingidos de vermelho, foi abafada pelo silêncio sepulcral de um país em profunda perplexidade no dia 26/10. O Brasil verde amarelo, não conseguia entender como suas cores foram apagadas por uma diferença súbita de 2% nos instantes finais de uma corrida, em que se soube depois, havia a vantagem o tempo todo. A apuração? Ocultada pela primeira vez na história das eleições, durante 3 horas, sob a regência do "Eleitor Supremo de Dilma Roussef": José Antonio Dias Toffoli.
TOFFOLI, um dos nomes mais presentes na boca do povo esta semana, é único em todos os aspectos que fizeram desta eleição única, e também a mais sórdida da história. Petista militante há 20 anos, o único a ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal, mesmo sendo réu condenado em dois processos, e "magistralmente" reprovado em dois concursos para juiz estadual. "Oportunamente promovido" à presidência do TSE em 2014, foi o único a julgar todo um processo eleitoral sentado na própria FICHA SUJA, onde além das duas condenações contra os cofres públicos, acumula envolvimento em graves escândalos.
Esse companheiro antigo do PT, foi o único a limitar a atuação do Ministério Público, que agora é obrigado a se curvar ao TSE antes de investigar fraudes eleitorais. Toffoli é o único que pode ser responsabilizado por fraudes nesta eleição, uma vez que ignorou denúncias idôneas e pontuais, sobre a descoberta de um programa comprovadamente infiltrado para fraudar as urnas. O único a transformar a apuração dos votos - antes pública e acompanhada pelos cidadãos - em um evento secreto, anti democrático, do qual só participaram alguns técnicos "obscuros" do aparelhado TSE. De protagonistas, viramos meros espectadores.
Haveria o grito de FRAUDE agora, se tivéssemos certeza da TRANSPARÊNCIA eleitoral? Não foi a mão desse ilustre eleitor, à serviço particular de um pequeno grupo individualista, que desferiu o GOLPE NA DEMOCRACIA de milhões? Haveria divisão no País, entre os que não se acreditam derrotados e os que se creem vitoriosos? Que união coletiva, quando venceu a calúnia e esquemas de bastidores?
Não seriam o Toffoli e o poder concentrado em um órgão totalitário, quem mereceriam o nosso PROTESTO? Até quando, eleitores serão reféns de um sistema vulnerável, usado só no Brasil e rejeitado pelo mundo inteiro como inconstitucional? Até quando o TSE se manterá blindado contra a transparência, a conferência, recontagem e auditoria dos votos? E os tais plebiscitos nessas urnas, cujo resultado já poderá vir pronto?
Para quem apelarmos, se o RÉU é seu próprio JUIZ? É ISTO QUE TEM DE MUDAR! Mude-se as urnas para modelos mais seguros de 2ª ou 3ª geração, que por lei deveriam ter sido implantadas em 2014, mas foram impedidas pelo TSE.
Retire-se agora, os poderes concentrados neste órgão e a mão anti democrática do Toffoli, ou em 4 anos Toffolis terão se multiplicado nos poderes supremos e seremos uma Venezuela.
2006: Prof Enéas fala sobre Nióbio; ONGs+reservas indígenas
Nióbio Minério Brasileiro
"OS MINÉRIOS SÃO PARA O BEM DO BRASIL" O Brasil está perdendo centenas de bilhões de dólares por ano com o descaminho na exportação dos minérios estratégicos, vendidos de qualquer jeito e recebendo em moeda podre, uma traição ao país e ao povo brasileiro. Marcos Valério disse na CPI dos Correios "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando DO NIÓBIO". Sem Leis do solo deixam os buracos, para a população deixam o Câncer, adquirido pelas águas contaminadas.
Nióbio Minério, Aécio Neves e Antonio Anastásia permitiram sem licitação e desrespeitando a legislação existente no País, a exploração por 30 anos, a grupo coreano de investidores não identificáveis: