Páginas

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

E quem julgaria o impeachment de DIAS TOFFOLI?


= E quem julgaria o impeachment de DIAS TOFFOLI? = 
No vale tudo pelo poder, o meu único consolo é que Dilma hoje talvez experimente o gosto amargo de uma vitória que milhões atribuem à fraude, enquanto enfrenta sua própria herança maldita. Governante de menor carisma e popularidade, rejeitada e criticada, ainda tem no encalço a imprensa mundial, que se não zomba, destaca como seu governo levou o Brasil à deriva, com graves problemas estruturais, além da reeleição suspeita de ilegitimidade nas urnas, depois de uma campanha suja sem precedentes.

Some-se a gestão econômica esfacelada, com a pior relação Indústria/PIB desde 1950, os 14 pedidos de Impeachment no Congresso, mais de 50 circulando na internet, protestos tomando as ruas, dois de seus ministros recém CONVOCADOS para deporem, tudo isso faz da Dilma, a antecessora que só ela realmente merece.

Até a parca comemoração de alguns militantes tingidos de vermelho, foi abafada pelo silêncio sepulcral de um país em profunda perplexidade no dia 26/10. O Brasil verde amarelo, não conseguia entender como suas cores foram apagadas por uma diferença súbita de 2% nos instantes finais de uma corrida, em que se soube depois, havia a vantagem o tempo todo. A apuração? Ocultada pela primeira vez na história das eleições, durante 3 horas, sob a regência do "Eleitor Supremo de Dilma Roussef": José Antonio Dias Toffoli.

TOFFOLI, um dos nomes mais presentes na boca do povo esta semana, é único em todos os aspectos que fizeram desta eleição única, e também a mais sórdida da história. Petista militante há 20 anos, o único a ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal, mesmo sendo réu condenado em dois processos, e "magistralmente" reprovado em dois concursos para juiz estadual. "Oportunamente promovido" à presidência do TSE em 2014, foi o único a julgar todo um processo eleitoral sentado na própria FICHA SUJA, onde além das duas condenações contra os cofres públicos, acumula envolvimento em graves escândalos.

Esse companheiro antigo do PT, foi o único a limitar a atuação do Ministério Público, que agora é obrigado a se curvar ao TSE antes de investigar fraudes eleitorais. Toffoli é o único que pode ser responsabilizado por fraudes nesta eleição, uma vez que ignorou denúncias idôneas e pontuais, sobre a descoberta de um programa comprovadamente infiltrado para fraudar as urnas. O único a transformar a apuração dos votos - antes pública e acompanhada pelos cidadãos - em um evento secreto, anti democrático, do qual só participaram alguns técnicos "obscuros" do aparelhado TSE. De protagonistas, viramos meros espectadores.

Haveria o grito de FRAUDE agora, se tivéssemos certeza da TRANSPARÊNCIA eleitoral? Não foi a mão desse ilustre eleitor, à serviço particular de um pequeno grupo individualista, que desferiu o GOLPE NA DEMOCRACIA de milhões? Haveria divisão no País, entre os que não se acreditam derrotados e os que se creem vitoriosos? Que união coletiva, quando venceu a calúnia e esquemas de bastidores?

Não seriam o Toffoli e o poder concentrado em um órgão totalitário, quem mereceriam o nosso PROTESTO? Até quando, eleitores serão reféns de um sistema vulnerável, usado só no Brasil e rejeitado pelo mundo inteiro como inconstitucional? Até quando o TSE se manterá blindado contra a transparência, a conferência, recontagem e auditoria dos votos? E os tais plebiscitos nessas urnas, cujo resultado já poderá vir pronto?

Para quem apelarmos, se o RÉU é seu próprio JUIZ? É ISTO QUE TEM DE MUDAR! Mude-se as urnas para modelos mais seguros de 2ª ou 3ª geração, que por lei deveriam ter sido implantadas em 2014, mas foram impedidas pelo TSE. 

Retire-se agora, os poderes concentrados neste órgão e a mão anti democrática do Toffoli, ou em 4 anos Toffolis terão se multiplicado nos poderes supremos e seremos uma Venezuela. 

OPOSIÇÃO! “Libertas Quae Será Tamen” !




Nenhum comentário:

Postar um comentário