Precisamos seguir o conselho de Moro.
No mesmo dia em que o juiz ensinava os alunos a chegar ao chefe, o Estadão informou:
“O consultor Julio Gerin Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato, entregou à Justiça Federal os extratos bancários de suas contas na Suíça e no Uruguai, por onde passaram mais de 10 milhões destinados ao ex-diretor de Serviços Renato Duque e ao seu braço direito, o ex-gerente de Engenharia Pedro Barusco no esquema de corrupção e propina na Petrobras.”
“Ao todo, são 59 depósitos, realizados entre dezembro de 2006 e abril de 2012, que totalizam 10.452.005,53 dólares e 1.410.059,30 euros. Os valores saíram de contas operadas pelo delator, em bancos na Suíça e no Uruguai, e foram parar em sete contas indicadas por Barusco e Duque.”
O engenheiro Shinko Nakandakari também entregou aos investigadores da Lava Jato uma tabela com detalhes da propina paga pela Galvão Engenharia a Duque e Barusco.
Segundo o Estadão de domingo, “a obra que rendeu o maior volume de propina, em um único contrato, foi a do Gasoduto Cabiúnas-Reduc (Refinaria Duque de Caxias), no Rio de Janeiro: R$ 1,6 milhão aos ex-funcionários da Petrobrás”.Como a Galvão não fez a obra de 595 milhões de reais sozinha, o valor da propina na verdade é maior. Basta ver o total na planilha de Barusco. A oposição deveria aprender a seguir o dinheiro também. Só assim poderá mostrar na CPI da Petrobras o quanto chegou aos cofres do PT e ao bolso de Renato Duque, aquele que, curiosamente, foi solto a pedido do verdadeiro chefe… do PT… Luiz Inácio Lula da Silva.
Como a Galvão não fez a obra de 595 milhões de reais soz
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O ministro José Antonio Dias Toffoli aceitou requerer transferência para a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal e deve presidir a partir de maio a análise dos inquéritos e posteriormente os processos contra políticos acusados de participação nos desvios da Lava Jato.
Toffoli, que foi advogado eleitoral do PT e assessor da Casa Civil no governo Lula, apresentou na noite desta terça-feira requerimento ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, atendendo a sugestão do ministro Gilmar Mendes de que um dos integrantes da Primeira Turma migrassem para a Segunda para evitar que os inquéritos da Lava Jato começassem a ser analisados com o quórum reduzido, o que aumentaria as chances de empate.
http://painel.blogfolha.uol.com.br/…/toffoli-vai-pre…/ubesse o q sei então nem dormia
No dia 15, gritem e levem cartazes de:
★ORDEM E PROGRESSO;
★FORA FORO DE SP;
★PRISÃO DE TODOS OS POLITICOS CORRUPTOS;
★FORA DECRETO 8246, IMPEACHMENT NÃO
RESOLVE; (para quem não sabe, está valendo o
decreto e a PL que o susta está "perdida" no
SENADO aparelhado.
★NÃO SEREMOS CUBA;
★COMUNISMO NÃO;
★ SOS FA;
★NÃO SEREMOS A PATRIA GRANDE;
★NÃO SOMOS BOLIVARIANOS,,,
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A facilidade para chegar ao chefe de quadrilha no caso da lavagem de dinheiro é maior do que em outros tipos de atividades ilícitas, “porque fatalmente o dinheiro vai chegar em quem tem poder de controle sobre o grupo criminoso”.
“Follow the money” (“Siga o dinheiro”), disseo juiz responsável pela Operação Lava Jato, Sérgio Moro, em sua palestra para alunos de um curso da Escola da Magistratura Federal do Paraná na segunda-feira (2). Precisamos seguir o conselho de Moro.
No mesmo dia em que o juiz ensinava os alunos a chegar ao chefe, o Estadão informou:
“O consultor Julio Gerin Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato, entregou à Justiça Federal os extratos bancários de suas contas na Suíça e no Uruguai, por onde passaram mais de 10 milhões destinados ao ex-diretor de Serviços Renato Duque e ao seu braço direito, o ex-gerente de Engenharia Pedro Barusco no esquema de corrupção e propina na Petrobras.”
“Ao todo, são 59 depósitos, realizados entre dezembro de 2006 e abril de 2012, que totalizam 10.452.005,53 dólares e 1.410.059,30 euros. Os valores saíram de contas operadas pelo delator, em bancos na Suíça e no Uruguai, e foram parar em sete contas indicadas por Barusco e Duque.”
O engenheiro Shinko Nakandakari também entregou aos investigadores da Lava Jato uma tabela com detalhes da propina paga pela Galvão Engenharia a Duque e Barusco.
Segundo o Estadão de domingo, “a obra que rendeu o maior volume de propina, em um único contrato, foi a do Gasoduto Cabiúnas-Reduc (Refinaria Duque de Caxias), no Rio de Janeiro: R$ 1,6 milhão aos ex-funcionários da Petrobrás”.Como a Galvão não fez a obra de 595 milhões de reais sozinha, o valor da propina na verdade é maior. Basta ver o total na planilha de Barusco. A oposição deveria aprender a seguir o dinheiro também. Só assim poderá mostrar na CPI da Petrobras o quanto chegou aos cofres do PT e ao bolso de Renato Duque, aquele que, curiosamente, foi solto a pedido do verdadeiro chefe… do PT… Luiz Inácio Lula da Silva.
Como a Galvão não fez a obra de 595 milhões de reais soz
Fonte>> http://rota2014.blogspot.com.br/2015/03/sergio-moro-ensina-chegar-ao-chefe-e-o.html
Fonte>> http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/03/03/sergio-moro-ensina-a-chegar-ao-chefe/
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